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sábado, 30 de outubro de 2010

Case-se com sua vida e aprenderá a entender seus pensamentos, mais importante do que buscar a resposta nos outros é buscar a resposta em si, conhecer seus gostos, seus medos e suas forças. E assim poderá ser por completo, um sentimento entregue a alguém, poderá não se iludir, e saberá aceitar facilmente os erros, avaliá-los e classificá-los. E aprenderá que os perdões são fortes, e que devem ser dados, uma ou no máximo duas vezes. Mas case-se com sua pessoa, com sua personalidade, ame seus defeitos e aprenda a amenizá-los. Não procure nos outros... O que falta em você.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Andei e ando afastada daqui

Tanto tempo que eu já não venho aqui, que andei um pouco até sem saber o que postar hoje.

Em primeiro lugar, esta realmente uma correria, e quanto mais eu acho que as coisas vão acalmar, em algum determinado momento, adivinhem, elas não acalmam.

A UFRGS esta me sugando as energias, embora ela nem saiba quem sou eu, essa ilustre desconhecida, agora mais desconhecida do que nunca.

Minha vida pessoal? Anda assim um tanto quanto sonolenta, minhas horas de sonos estão cada vez mais reduzidas, e embora eu as aproveite bem, nunca é o suficiente para meu corpinho dorminhoco.

Acho que essa maratona de vestibular realmente deve cansar, eu que quase não tenho mais vida para entrar aqui, tenho tantas coisas pra escrever e já nem me lembro tanto. Lembro-me agora somente das concordâncias verbais e do deslocamento do sujeito, é porque eu estou aqui e o livro de português também, ao meu lado me orientando: Não podes esquecer-se de mim, viu!

Eu não esqueço, prometo. Embora pra não esquecer dessas matérias maçantes de ensino médio, as vezes seja necessário esquecermos de nos mesmos.

Eu esqueci, faz três dias, de ligar pra minha medica, e embora já tenha anotado em todos os post-its que eu encontrei pela frente, amanha não ligarei, tenho quase certeza.

Mas o que mais esqueci de dizer é que conheci a MARTHINHA, a Martha Medeiros, e ela não é nenhum ser de outro mundo, é até bem bronzeada pra quem transita por Porto alegre. Até um tanto mais magra do que eu imaginava. Ela é uma mulher, como qualquer outra, mas que teve a capacidade de me fazer indagá-la por 3 noites seguidas.

Eu ainda estou digerindo na minha memória, a hora em que ela segurou a minha mão, e que eu tive uns leves 3 segundos de conversa.

Bom? Foi sim, natural e estranho, é como se eu imaginasse que ela não pudesse existir na terra, e OH, ela estava ali na minha frente.

Bom, comprei o novo livro dela, é claro, pra conseguir um autografo de uma escritora conhecida. Tem-se que comprar seu mais recente livro.

Li em um 1 dia e meio e não pude me conter, engajei o término do outro livro que já estava lendo da mesma.

O ultimo livro dela? Bom bem bom, bonzinho pra falar a verdade. Eu acho que já escutei demais sobre relacionamentos, então, a maioria desses livros pra mim, são banais.

Mas a forma literária dele? Ótimo. Ela não usou parágrafos, como eu! Me senti tão feliz de alguém ainda ter capacidade de usar a liberdade literária.

Se são pensamentos não necessitam parágrafos.

O seu livro de crônicas, no qual estou lendo agora- Trem Bala, é um tanto quanto melhor do que o fora de mim (o tal livro bonzinho). São crônicas mais antigas da carreira da escritora, e que nos fazem lembrar alguns fatos que ocorreram na virada do século.

Eu realmente prefiro mais crônicas. Prefiro, porque são contos diferentes, pensamentos não repetitivos (às vezes são). Mas não se prendem em um dado assunto, o resto de seus dias.

Esses foram meus livros do momento, e já vou achar um tempinho pra ler Montanha Russa (da mesma Marthinha), porem, no momento: Primo Basílio, Lucíola, e toda a massa de livros de leituras obrigatórias, são parte das minhas prioridades.

Bom é isso, até o momento em que eu puder retomar as minhas atividades normais (pós janeiro) acho um tempinho pra nos, digo, eu e meus pensamentos.

domingo, 10 de outubro de 2010

Me empurra pelo braço, me segura pela mão, tempo.

Já se sentiu encurralado? Que pergunta, é quase óbvia a resposta.

Uma vez na vida você já teve aquela sensação de que algo te prende contra a parede. Aquela vibração que a física explicaria com a frase: Dois corpos não ocupam o mesmo espaço.

Será? Será mesmo? Não concordo 100%, em certos momentos dividiria o mesmo espaço com uns 6 corpos: Amigos, famílias, namorado, etc.

Porém, em certos momentos sou totalmente adepta dessa frase. E já diria que a física tratou de nós dar uma explicação lógica para aquilo que chamamos de: Um tempinho só nosso.

É tão necessário quanto beber água, ir ao banheiro. Um tempo somente nosso é como uma porta que se abre quando mais precisamos. E se não conseguimos abri-la, nos tornamos um tanto quanto carregados, contraídos e fechados.

Não conseguimos relaxa 100%, não conseguimos ler um livro, ver um filme sozinhos, escrever, comer.

Falando em comer, esse é um dos principais momentos em que eu abriria essa porta. Pra mim, o momento de uma refeição, é um singelo momento de reflexão, algo calmo, tranquilo e que não necessitaria de acompanhantes ao meu redor.

Mas não pensem que eu não gosto de companhia, adoro. Aquelas que me fazem bem e me agradam, é claro.

Mas esse momentinho só meu, eu faço questão de sempre curtir ao máximo.

Aproveitar em silêncio, não escutar tanto os problemas dos outros.

É como respirar pra dentro, é como filtrar todas as coisas: boas e ruins. É como um segundo antes de dormir. É um momento de paz, algo que só pode ser feito por você e pra você.

É por isso que eu ainda acredito na física, dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Mas é claro, toda frase tem sua exceção.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Abandonando o mundo terrestre? Não, só o virtual.

Me senti um alien quando uma amiga, pedindo para que eu a adicionasse no MSN, ouviu de mim a frase: Tudo bem te adiciono, mas não entro.
A resposta dela foi: Como? Como alguém pode não entrar no MSN, estranho!
Aí o mundo parecia está me julgando, me senti literalmente afastada desse mundo virtual.
Até eu que antes era uma rapidez ao digitar meus textos no computador, hoje já fico um tanto quanto perdida, um tanto quanto lerda.

Faz parte da mudança de idade? Olha, em certo modo ainda me considero jovem. Ao menos pra essa geração de internet, blog, Orkut, MSN.

Mas nem me pergunte qual é o ultimo MP que saiu agora, o mais novo IPOD, o mais novo celular, eu não faço idéia!
Não faço idéia de como anda a novela das 21h, que ultimamente tem começado 21:30, 22 horas.
E quando paro e vou rever um desses programas que antes super ocupavam o meu tempo:
Computador, internet, televisão. Agora me sinto deslocada, sem tempo.

Talvez eu realmente esteja envelhecendo, me esquecendo de procurar me manter atualizada. Mas ando preferindo bem mais a minha cama, ao meu livro de cabeceira, a caminhar na rua, a ir na auto escola, a aguentar o cursinho.
Do que me prender ao virtual, ao irreal. Eu que sempre fui meio lunática, agora estou mais ainda, mas não preciso de utensílios para aumentar essas minhas fantasias. Que por final de contas, não se sustentam com modernidade.

sábado, 2 de outubro de 2010

Mudaram minha rotina e nem me perguntaram

Eu leitora apaixonada, e fissurada pela Marthinha Medeiros, me tornei agora uma complexada, pois era a minha única diversão aos sábados de noite durante o período da novela. Aguardar ansiosa para conseguir apreciar uma crônica quase sempre divertida, verdadeira e amiga da doutora Martha.
E agora? Tiraram meu piso, com uma crônica de uma mulherzinha infame, que prefere cachorro a pessoas, que se comove com animas a seres humanos.
Tudo bem, em certos casos pessoas tendem a ser mais traiçoeiras e até um cachorrinho seria um tanto quanto melhor.
Mas se abalar com um cachorro de rua, e ser frigida com os mendigos? Faça-me o favor.
Eu não gosto de mudanças radicais, e embora eu saiba que ela está de férias eu torço pra que ela volte logo e com mais idéias contagiantes para meu sábado a noite de leitura.

Eu também queria fazer um agradecimento ao meu namorado, que soube meu dar um presente muito bom:
Trem Bala, da Marthinha.

Espero que ela volte para defender a raça humana, pois cá pra nós falar de sentimentalismo barato por animais é foda.

sábado, 28 de agosto de 2010

Após um filme

Um sentido da alma que vaga sem explicações, é assim que eu vivo que eu sigo, e quando eu vejo um filme um tanto quanto romântico, embora com final feliz, há sempre um enredo triste, alguma dificuldade a ser superada. Eu me pergunto se todos os relacionamentos são assim? Se às vezes planejar o futuro e esperar somente as coisas maravilhosas dele não funciona? Eu me pergunto se eu já entendi demais sobre o que é amor, ou se continuo apenas aprendendo e isso me assusta esse medo de muitas coisas ainda ter que aprender, e aprender é sofrer é sentir na pele o que meu coração não quer sentir. É sabedoria demais pedir um pouco de sinceridade, um pouco de desejo e ver meu futuro e prever o imprevisível, sim eu só gostaria de me conhecer um pouco mais. E acho que é por isso que grande parte das vezes tenho que escrever pra tentar me descobrir. Eu sinto que ainda tenho muito o que desfrutar, um mundo inteiramente complexo a conhecer. Mas meus sentidos são sempre só sentidos. E hoje eu começo a pensar o que perturba minha alma. O que pode me transformar em uma simples menina indefesa quando assisto a um filme um tanto quanto melódico? E será que eu sou somente isso? Amor? Demasiadamente amor? Eu pediria a deus por não ser. Pois julgo um tanto quanto trouxas essas pessoas que só sabem amar, mas eu não escolho a minha alma, e plantaste em mim uma semente do dom de saber identificar um sentimento e o dom de mais ainda... Nunca conseguir abandona-lo.

Porque eu tenho a minha mente a imaginação de uma criança a criação que floresce e me torno prisioneira dos meus atos, quase sempre involuntários. Eu só gostaria uma vez na vida saber onde meus pés querem me levar. Decisões difíceis eu sei, um tanto quanto vulgar pedir sentido a vida, afinal todos querem isso. Mas eu busco desesperadamente uma explicação e um questionamento que não se cessa é tudo tão vazio quando não conhecemos nossos poderemos, quando somos reféns dos outros e quando mantemos em nossos pés caminhos aleatórios. Uma boa explicação talvez seria dar um tempo da minha mente, e quase como sempre eu começo falando do coração e me enrolo com meus pensamentos, acho que sou desenfreada um tanto quanto louca? Somente gostaria de saber se sou encantadora, se encanto alguém do mesmo modo que me encanto com as pessoas. E gostaria de sentir, e ser sentida do mesmo modo em que sinto as pessoas. Sentidos me deram aos montes, só não me disseram o que fazer com eles.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Fora de órbita

Em meu paralelo mental e sentimental, eu ando sonhadora (ando? acho que sempre fui!), hoje me encontro em um estado inconstante, como se meus sentidos todos precisassem de sentidos.

Meu eu é uma derivação gigantesca de inúmeras verdades da minha alma, inúmeras e inconstantes transformações da minha alma.

Eu sempre busco questionar tudo, e às vezes a distancia e a ausência de questionamento me torna afastada desse mundo real.

Ai me torno uma procuradora de pedras preciosas em marte (essa frase me remeti a outra postagem minha).

Sabe por que estou fora de órbita? Porque exijo demais das pessoas, e quando elas mudam seu jeito e seu comportamento comigo, as vezes me torno fria, e eu tenho tanto medo de me torna isso novamente.

Pois na ânsia de não sofrer eu sou uma parede e meu desejo é não ter sentimentos algum.

Estou fora de órbita porque em alguns raros dias desejaria escapar pra lugar algum, somente comigo mesma e meus pensamentos.

Porque meus pensamentos estão tomando conta do meu coração e eu sou metade de tudo isso, em um equilíbrio tão grande que chega a ser assustador.

domingo, 22 de agosto de 2010

cinco minutos

Já estava tarde e ele observava o relógio com seus olhos fixos, e perplexos.
Ela nunca havia de ter passado as horas do ponteiro 12, e por mais que ele confiasse em sua mulher a preocupação e as palavras surgiram a sua mente. Seu arrependimento bateu, e sentiu então a tortura e a desesperança do amor. Pois amava sua mulher, e saberia que agora não existiriam mais muros, que a triste verdade teria posto em prática suas ações. E então a compreenderia igual e de tal maneira.
Não havia passado 5 minutos da hora que ela costumava chegar em casa, mas as preocupações aumentavam e ele acreditava que ela realmente havia cumprido sua promessa. Desesperado liga e ela não retorna sua ligação, ainda pode está magoada, ou em outra situação, aquela situação.
Mas haverá de compreendê-la, ou é o que se espera. Pois ela prometeu aos prantos, e com uma imensa raiva, misturada com tortura, e a vontade de ser vingada.
Se ele podia, porque ela não poderia? A traição bateu a porta... E então permaneceu naquela casa.
E ela disse a ele,
- eu te perdoou, mas farei o mesmo.
Mas você não saberá quando, nem como, e muito menos com quem. E se me aceitares de volta, então poderemos nos entender, se não me aceitares é por que fui imensamente fraca de ter te perdoado.
E ela então fechou a porta e foi trabalhar, e aqueles 5 minutos de atraso lhe fez pensar, não vale a pena continuar.





"texto pensado após conversar com uma amiga a respeito de traição, posto em prática o que seria minha visão correta a ser feita"

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A ausência da esperança te torna tensa.

Talvez eu não saiba reconhecer bem quais são os passos necessários para o meu futuro.
Tão pouco, sei quais são as formas de alcançar esses passos. E basta um piscar de olhos e eu me prendo aqui, em diversas idéias malucas.

E por mais que tudo esteja bem, algo falta... Algo sempre me falta.
Nesse momento me falta ser importante verdadeiramente para alguém, me falta fazer falta em um trabalho, estudar que nem louca ou simplesmente tentar.

Eu sinto que o meu eu necessita ser mais livre, necessita de conhecimento, e me deixar parada me torna sempre vazia. Me torna simples, na minha complexidade gigantesca.

Eu não tenho explicações pra quase nada no momento, mas eu tenho o poder das palavras pra expressar um sentimento, de falta, de busca e de insaciável vontade de conhecimento.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Quando o oposto está em alta

E hoje parece que o dia nasceu um tanto quanto vermelho, e todo mundo resolver se revelar colorado...
Eu que sempre me estressei por futebol, estou aprendendo ou me obrigando a aprender a ser mais controlada. Pois em diversas vezes me sinto indefesa em situações um tanto quanto constrangedoras, e ontem foi uma delas.
Final do jogo do inter e são paulo, e eu uma gremista nata tenho que segurar meus gritos, e indo todo o caminho de casa com a buzina de um colorado pra outro, e chuta... Um deles era meu namorado!
Quando o oposto está em alta, ai sim que se descobre o quão vivo é o amor que cresceu e viveu contigo, o amor cultivado pelos seus pais e dedicado a você com a mesma emoção.
Descobre o que significa aquela camiseta que você veste dês dos 2 anos, e o que ela te traz realmente, qual o sentimento que ela provoca.
Mas mulheres fanáticas pelo seu time costumam ser um tanto quanto vulgar.
Eu prefiro dizer que é mais um sentimento, puro e verdadeiro, do que propriamente um time de futebol e 22 homens correndo atrás de uma bola.
É mais a crença e a certeza de tudo aquilo que acreditava desde sempre. E que hoje confirmo, pois o oposto está em alta e o meu amor também, em dois sentidos.

e um parabéns ao time oposto, mas um parabéns maior ainda ao meu time, pois esse eu percebo hoje, que não largo NUNCA!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Nada sei dessa vida

Kid Abelha, em sábias palavras.
Nada Sei


Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber
Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando enquanto o tempo me deixar...




Somente isso hoje...

domingo, 1 de agosto de 2010

Talvez.

Talvez, talvez meu ser se reprima, talvez eu espere sempre demais das pessoas. Mais olhares, mais carinhos, mais atenções... Talvez, seja isso e somente isso que ainda me faça acreditar que as coisas estejam erradas, enquanto está tudo bem. Eu deveria ser mais calma, mais livre e mais feliz comigo mesma, somente assim compreenderia que a felicidade só depende de uma pessoa, eu mesma. E seria assim, e será assim. Porque esperar dos outros? Nem sempre virá o que desejamos, somos fruto de tudo que construímos, construindo minha alma e deixando ela independente... Construirei meus pensamentos, e destruirei tudo que um dia possa me tornar frágil.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Um dia você volta a escrever o que parou e deixou de lado

E eu de novo aqui, voltando e retomando a história de onde parei, até onde vale a pena se envolver... Um livro que espero ainda publicar.
E parece que quando se fica muito tempo parado e distante dos pensamentos sobre tal assunto, tudo parece meio vago. Bom na minha história, há uma personagem meio sem sentido e a procura do que pode acreditar ou não.


Não vou falar tanto do meu livro, pois ainda é somente um projeto... e projetos só se revelam quando finalizados.
Quero falar agora que meu namorado toca violão muito bem, acabei de descobri!
e parece que hoje as palavras são só palavras, pois prefiro escutar e aproveita esse momento agradavel aqui... Bom, hoje foi só um olá.

domingo, 25 de julho de 2010

Você planta sua árvore e quer colher seus frutos

Você compreende que está evoluindo, que tudo se transforma e talvez as coisas estejam rápidas.
Ou talvez você esteja percebendo somente que seu tempo é curto pra fazer tudo aquilo que deseja.
Eu imagino milhões de sonhos e as coisas que desejo pro meu futuro, acho que em partes o futuro me assusta, pois eu, que penso demais, imagino que o futuro é nossa única e ultima esperança de fazer crescer o nosso mundo.
Talvez não faça sentido algum a minha frase anterior, mas os pensamentos por traz dela fazem!
Eu hoje comecei a pensar como seria minha vida daqui 10 anos, não estaria morando com meus pais, creio eu. Imagino minha estabilidade financeira, imagino conhecer outros lugares, plantar a minha árvore e colher dos seus frutos.
Talvez não daqui a 10 anos, talvez um pouco mais, quem sabe...
Imagino um filho, talvez 2... três se for o caso, mas depois disso, chega!
Me vejo uma quase velhinha, uma nova velha ( hoje em dia a ciência evoluiu MUITO ), me vejo ali, adoravelmente cuidando e amando o que possa ser meus filhos. Porém, pra formar uma geração posterior temos que primeiro compreender a nossa própria geração.
Não imagino conseguir aceitar com que meus filhos vivam e cresçam com mais problemas sociais, culturais, naturais do que os meus.
Não julgo nossa vida aqui hoje tão difícil, mas julgo que poderíamos melhorá-la, mas o ser humano costuma ser meio acomodado, e sempre busca o melhor para SI e só SI mesmo!
Talvez não pensamos tanto em futuro, pois somos programados para descartar e pensar no presente, praticar o desapego dos sonhos e viver o real, o agora.
Eu como sonhadora talvez antiquada, costumo fazer listas e planos dos meus sonhos, pelo menos para fundar objetivos a serem cumpridos, e prazos a serem entregues.
Sonhos entregues? Talvez sim, por quê...
Metade dos nossos sonhos são só sonhos, a outra metade são gratificações do nosso esforço, das nossas árvores.

sábado, 24 de julho de 2010

A gente compreende um olhar, não um teclar

Com toda essa tecnologia os amores estão virando platônicos, e eletrônicos...
Se troca beijos via internet, e os olhares são as buscas sem fim no orkut
Isso te faz bem? A mim não! Eu posso compreender como ninguém um olhar, um beijo, um abraço, um simples aperto de mão.
Mas não consigo entender quando as palavras surgem no msn, e parecem tão vagas e sem a mesma emoção do que ter você aqui.
Eu entendo o teu olhar, entendo a sua respiração e tudo que realmente te forma, mas depois de passar tempos juntos e a proximidade ter se tornado quase rotina, entender a comunicação via internet, parece uma M.

Adoro conversar, escrever, sejam quais forem os meios... Mas são vagos quando as palavras parecem distorcidas, quando não se sabe realmente o que se quer dizer.
Você pode suspeitar, mas no fundo interpretará da maneira que melhor deseja.
Por isso! Te entendo em jeitos e gostos, tão pouco te entendo em teclas, pois seria tão fácil, compreender o que eu quisesse compreender.
Ao invés de te compreender em teus sentidos e te sentir não só uma tela, e sim... A alma por completo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Lindas Mãos

Adaptada de Lawton B. Evans


Á beira de um riacho, algumas mocinhas conversavam, contando vantagens de suas lindas mãos. Uma delas mergulhou as mãos na água cintilante, e as gotas que caíam de suas palmas até pareciam diamentes.
- Olhem como minhas mãos são lindas! A água corre nelas como jóias preciosas- disse ela, levando as mãos para as outras admirarem.
Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las em água limpa e fria.
Outra mocinha correu para colher morangos e esmagou-os nas palmas das mãos. O suco escorreu pelos dedos como vinho pisado, até os dedos ficarem rosados como céu ao sol nascente.
- Vejam que lindas mãos as minhas! O suco de morango escorre por elas como vinho- disse ela, levando as mãos para as outras admirarem.
Eram muito rosadas e macias, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com suco de morango todas as manhãs.
Outra mocinha colheu violetas e esmagou-as nas mãos, até ficarem muito perfumadas.
- Olhem que lindas as minhas mãos! São perfumadas como as violetas dos bosques da primavera- disse ela, levando as mãos para que as outras admirassem.
Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com violetas todas as manhãs.
A quarta mocinha não mostrou as mãos, deixando-as no colo. Uma velha veio andando pela estrada e parou perto das mocinhas. Elas lhe mostraram as mãos, perguntando quais eram as mais belas. Para cada uma, ela balançou a cabeça e depois pediu para ver as mãos da última mocinha, que as mantinha no colo. Ela levantou as mãos timidamente.
-Hum, estas mãos estão bem limpinhas- disse a mulher-, mas estão endurecidas pelo trabalho. Estas mãos ajudam os pais lavando a louça, varrendo o chão, limpando as janelas e semeando a horta. Estas mãos tomam conta do bebê, levam chá quente para a vovó e ensinam ao irmãozinho menor como empilhar os toquinhos e empinar pipa. Sim, estas mãos andam muito ocupadas fazendo da casa um lar feliz, cheio de amor e carinho.
Então a velha remexeu no bolso e retirou um anel de diamantes, com rubis mais vermelhos que o morango e turquesas mais azuis que as violetas.
-Tome, use este anel, querida. Você merece o prêmio pelas mais belas mãos, pois são as mais úteis.
E a mulher desapareceu, deixando as mocinhas sentadas á beira do riacho.




Meu conto preferido... Livro das virtudes.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Por onde andei

"Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama"

E sempre que eu escuto essa música me transporto sem querer a um tempo que mal me lembro.
Talvez minha infância, e me traz uma nostalgia, de momentos que eu guardo pra mim.
Talvez eu nunca diga e às vezes queira dizer, sinto falta de você e ele juntos, sinto falta dos cafés da manhã e da mesa cheia de gente.
Um pai e uma mãe na imensidão da distancia, unidos por uma filha, talvez seja a única união ainda, mas é a imensidão essa pequena união que ainda me traz uma pequena esperança.

É tão notável, normalmente não vejo mais pessoas juntas de mãos dadas, demonstrando ao máximo seu amor uma pela outra, vejo a indiferença no olhar de várias pessoas, e beijos são só quantidade e mais quantidade.
E nossos filhos crescerão em um mundo ainda pior!
E não é isso que eu sonho pra mim mesma, não é isso que sonho e procuro pro amanhã.
Quero permanência de sentimentos e renovação em tudo àquilo que acredito, a cada dia, queria um pouco de maturidade para percebemos que às vezes a liberdade, demais, nos transforma em crianças de colo, sem a mentalidade de escolha...
Ou com tanta escolha que nos transformamos em abusadores de sentimentos, em descartadores de pessoas, em seres incapazes e infelizes!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Pra me desvendar

E eu, eu ando muito sem ter o que falar e isso anda de certa forma me assustando...
Eu que sempre falo demais, que sempre tenho milhões de argumentos na ponta da língua, e ajo muitas vezes por impulso (pelo menos na fala). Eu ando me prendendo e não sabendo ao certo como me revelar.
Talvez algumas coisas eu queira guardar pra mim mesma, como uma caixinha de surpresas que às vezes é melhor deixar irrevelável, talvez eu ainda sinta medo de ser quem deveria ser.
Bom, eu acho que penso demais... Me freio em certas coisas, me controlo em outras. Por falar em controle estou surpresa comigo, de uma forma que nunca vi!
Eu que sempre fui ciumenta, descontrolada, acho que com o tempo, e os aninhos (haha) comecei a ficar mais calma, mais paciente.
Que bom! Em algum momento isso já era de se esperar, e até que venho um pouquinho tarde.
Ah eu me acostumei assim: falando tudo de mim para todos, sendo transparente... Mas ultimamente ando mais reservada, contando minhas idéias e pensamentos a quem realmente importa.
Meus segredos, só abro pra você mais ninguém, é quase isso... É um modo meu de avaliar todas as emoções e conseguir falar delas do peito pra fora, de alma livre, mas só para quem merece escutar.
Outra coisa que ando me restringindo, é que várias coisinhas às vezes tiram meu sono, e isso costumava ser difícil. Bom alguns sonhos não tão bons às vezes surgem, e eu que sempre imagino que os sonhos me dominam, não gosto tanto de pesadelos.
Mas acho que é isso, às vezes é um medo. Um medo dessa perfeição que me cerca, tão diferente e tão apaixonante, que me da medo.
Eu nunca fui muito medrosa, um pouco descrente, mas medrosa de fato, raras vezes.
Bom to aprendendo a superar meus medos, porque se esse for o único motivo pra eu não me jogar de cabeça, ah esse motivo não existirá mais... Não mesmo!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

A chuva que te cobre

A chuva desses dias e esse calor súbito, que me traz a sensação de inverno e verão, misturados por pequenas gotas caindo do céu, ou gotas de suor escorrendo pelo rosto.

Tão tranqüila ultimamente, acho que tenho aprendido a relaxar, entrar em contato com a alma, sentir as vibrações e me deixar levar.

Tenho sim, tenho sido mais eu, um pouco mais tranqüila, mas fácil de lidar... compreender ainda creio que não, pois minha mente é uma máquina veloz, e isso demoraria uns anos para saber todos os detalhes de como se manusear.

Sou um pedaço do grão da areia nesse instante, instante em que procuro me manter inconstante, aproveitando o tempo sem me questionar tanto.

Pois eu sou o vento, sou vontade e além, algo além... Sou em palavras o que demoro a dizer no viver, pois minha mente me transporta e me faz refletir, o que minha alma tende a guardar escondidinho só pra si.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Meu mundo consumido

Meu mundo de pernas pra baixo, com a cabeça no alto e nada muito entendido.

Eu olhando Toy Story ontem, comecei a chorar, me lembrei de um momento muito mais fácil, sem preocupações, a infância realmente é uma das fases em que deixa mais saudade.

Por diversos motivos eu ando me consumindo de problemas e derivações que não me fazem tão bem, e por mais que eu possa desabafar com alguém... eu não faço isso.

Ai sim eu guardo pra mim boa parte de coisas que acontecem no dia a dia, boa parte de pequenas coisinhas que me magoam. E acham que eu tenho o maior tempo do mundo, se essa faculdade não me consumisse tanto, eu até teria.

Mas o tempo que tenho me consome com besteiras, ironias do vazio do dia, ironia de não saber o que fazer.

Minha cabeça da voltas durante a terra enquanto eu durmo, e dormir nunca parece o suficiente, realmente uma falta de tempo que eu não largo mais.

Bom se eu fosse pensar por um lado, de que tudo está bem, de fato quase tudo está.

Por outro sinto tantas faltas de algumas pessoas, delas, boa parte sinto falta dos momentos em que tinha todas as amigas cercadas em festas e tudo mais. Mas eu já estava cansada disso.

Hoje prefiro atividade mais calmas, que não gastem tanto e não me desgastem tanto.

Por isso acho que estou virando mais caseira, em certos pontos talvez até demais!

Bom, seja a forma que for e o modo que for, eu quero me compreender a cada 10 segundos em que eu sigo vivendo. Eu quero saber mais de mim, da forma em que eu exista, e não só da forma em que eu exista e sim da forma em que eu sinto.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Não gosto de pitty

Embora meu pai tenha ido no show e minha mãe adorar, eu não gosto, já gostei assumo... mas depois de uma música com o nome: ME ADORA! Tá, mas não vamos questionar isso agora.
Eu tava ouvindo na rádio e venho essa música: Equalize, e embora eu não goste, achei as palavras nela!


"Às vezes se eu me distraio
Se eu não me vigio um instante
Me transporto pra perto de você
Já vi que não posso ficar tão solta
que vem logo aquele cheiro
Que passa de você pra mim
Num fluxo perfeito
Enquanto você conversa e me beija
Ao mesmo tempo eu vejo
As suas cores no seu olho tão de perto
e me balanço devagar
Como quando você me embala
O ritmo rola fácil
Parece que foi ensaiado

E eu acho que eu gosto mesmo de você!!!
Bem do jeito que você é!! "

quarta-feira, 16 de junho de 2010

um leve adeus, até mais!

Ah, a maioria das minhas decisões são tão pensadas que demoro demais pra escolher e me decidir de fato, eu que demorei até o quinto mês da faculdade pra desistir de um semestre, agora me vejo dando um leve adeus.
E eu vou sentir falta? Creio eu que muita, mas das pessoas, das conversas, dos: Oi vaca, tchau coco!
Mas como não são as pessoas que fazem o curso eu dou meu leve adeus, até mais, para quem ficará.
E começo minha maratona preparatória para a UFRGS 2011. Mais uma vez eu sinto que não sei de nada, realmente não me compreendo bem, entrei em um curso que entendia como paixão, e hoje entendo como ilusão e vazio.
Vazio do que eu planejava e sonhava ver no mundo da moda, e realmente me desencantei.
Mas talvez as coisas estejam se encaminhando para de fato realizar algo muito maior em minha vida. Como eu digo a todos a minha volta, tudo tem seu tempo. Meu tempo de hoje não é o mesmo de amanhã, e o de amanhã não é o mesmo de hoje!
Talvez esteja tão confusa que esteja até repetindo as frases, e as palavras estão tumultuadas na minha mente.
Bom nesses momentos começam a surgir uma dor de cabeça gigantesca e me da um aperto no peito ter que deixar um pouquinho de lado, pessoas que me fizeram tão bem e fazem ainda.
Porque encontrei em uma parte curta de cinco meses, pessoas que queria levar pra vida toda, seja nos momentos em que eu era viciada na sinuca (hoje em dia mal piso no dce:/), seja nos momentos em que eu me concentrava na aula de introdução ao design.
Creio que estou fazendo a escolha certa, pro momento certo, mas isso não pode se tornar um hábito, embora algumas vezes se tornem.
A minha desistência de boa parte das coisas, deveria me fazer pensar, até onde isso irá me levar?
A aposta de que minha vida dará certo, seja no meu lado profissional, pessoal...
Não posso abrir mão tão fácil das coisas, tenho que ter mais perseverança, e talvez ser mais calma, não demorando tanto pra fazer minhas escolhas, e em boa parte de tudo, seguindo elas até o fim.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Pra escrever

Pra escrever coisas banais, simples atos da mente que se perdem em palavras. Confusas e dinâmicas sai sempre assim.

Às vezes chego a conclusão de que falo demais, ou que penso mais ainda, e penso rápido de uma forma tão ágil que mal entendo 30% dos meus pensamentos.

Pra escrever, que as vezes eu sou uma caixinha de surpresas, as vezes sonho alto e faço planos mais altos ainda, e me pergunto será sempre assim?

Bom se eu me compreendesse bem, criaria um manual de uso, da forma mais correta talvez ajudasse algumas pessoas. Mas eu não me entendo, e sou mesmo assim um ser na busca do seu conhecimento.

Hoje eu tava pensando em coisas que passaram rápido a infância é uma delas, minha avó que já morreu e quanto tempo eu ainda terei pra fazer o meu melhor.

Alguns momentos eu guardo coisinhas pequenas pra mim, como uma dúvida, um ciuminho, um denguinho. Coisas que por outras vezes eu já falei demais, ai sempre me lembro que deu errado falar tanto. Pois então acho que aprendi a ficar mais calada em certos momentos.

Não sei se isso me faz bem, muitas vezes acho que guardar pra si é meu escudo, por outras milhões de vezes tem coisas que me dão vontade de gritar.

E gritar é um ato que tem que ser analisado, pois não posso gritar sem motivos, e guardar pra mim talvez me torne assim, um ser indiferente.

Indiferença eu digo que não sinto, em relação a quase ninguém, tá certo algumas pessoas necessitam da nossa indiferença. Mas amigos, companheiros, camaradas haha, esses precisam de nosso total apoio em todas as situações, creio eu.

Vou escrevendo algumas coisas soltas que tendem a vagar pela minha mente. Sou esse casulo, de pensamentos e mais pensamentos, e eu queria compreender o mundo inteiro. Sair por ai e conhecer o desconhecido, eu queria conhecer a mim mesma, mas principalmente conhecer o saber além de tudo. E o saber me faria perceber que saber demais às vezes cansa.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Eu deveria amar mais você

Você que tem a pele suave e seus cabelos aos ventos, tudo se mexe conforme tudo acontece...
Eu deveria amar mais você, você que nem surgiu ou que já apareceu, que se esconde que se guarda, é tão suave que não sai do casulo, forma rara de ser mostrar ao público.
Por uma camada fina, feito uma cebola, sem o cheiro ruim, sem o aroma, e também não te faz chorar, e sim te faz rir.
Deveria amar mais as incertezas e as formas claras, os bicos e as marras, tudo que você teça no seu mundo e tão pouco conhece o mundo.
Saber que no futuro esse espelho de rosto, já não será o mesmo, o espelho envelhecerá tanto quanto suas mãos.
Eu deveria amar mais os meus sentidos, minhas objeções, minhas façanhas, minhas manias.
Gostar por gostar e criar gosto de sentir, que cada pessoa tem dentro de si, o melhor para si mesma, amar as formas, o olhar, a magia, você em suas derivações diárias.
Ser sensível por um ser de duas pernas, tão compreensível, compreendendo a si mesma.
Sabendo o que eu desejo eu saberia muito bem quem eu sou. Pois sou a fase do desejo, e meus desejos revelam o meu eu, e revelam que amor... A o amor faz parte de mim.

domingo, 6 de junho de 2010

S de Social

S de Social
O tipo Social gosta de carreiras como professor, terapeuta, religioso, conselheiro, psicólogo e enfermeiro. Normalmente gosta de estar cercado de pessoas, está interessado em se relacionar bem e gosta de ajudar outras pessoas. É descrito como convincente, cooperativo, amigável, generoso, útil, idealista, amável, paciente, responsável, social, simpático, diplomático e compreensivo. Suas principais características são receptividade, responsabilidade, capacidade de persuasão, generosidade e tolerância.

E eu tentando me descobrir novamente, me remeti ao teste vocacional, até que é legal embora eu não leve muita fé. Mas hoje de fato saiu algo que tem mesmo haver comigo, pelo menos a profissão professor é o que eu almejo.
Mas embora o teste seja um espelho das minhas respostas e aquilo que eu goste ou deixe de gostar, isso não diminui tanto a minha dúvida em relação ao futuro.

Em certas partes tenho muito medo de arriscar novamente: Uma nova faculdade, novo curso, nova profissão. Eu sou esse misto de confusão, e até pode ser normal, alias uma cabecinha de 17 anos, talvez não esteja tão preparada para tomar decisões tão sérias na vida.
Mas meu erro é isso, eu não sei esperar, quero resolver meu problema o mais rápido possível. Como quase todos os jovens, sou imediatista, e acho, que eu em caso particular eu sou mais do que outros jovens!

Gosto de pensar que daqui a uns 10 anos vou estar dando aula em alguma universidade, vou ser fundamental para alguns alunos, vou ser de grande importância para outras pessoas.
Isso me faz bem, pelo menos uma meta de vida eu estabeleci na minha mente, mas o principal e o mais difícil é saber quantos degraus devo subir até chegar lá, qual caminho devo seguir até chegar lá, és então minha pergunta final de quase tudo que é postagem!

O que eu quero eu sei, o que eu desejo, o que eu me vejo sendo...
Embora, o que eu não sei mesmo, é por qual meio posso ser isso que me vejo sendo. Acho que vou continuar pensando em umas 200 opções, em várias escolhas, em coisas vagas e sem sentido. Mas no fim se forem bem projetadas e formuladas, eu chegarei ao meu objetivo, creio eu!

sábado, 5 de junho de 2010

Já não tenho tanto tempo pro que não é real

E eu começo a escrever aqui e minha alma parece menos pesada, meus pensamentos menos confusos e eu me sinto livre, livre para compreensão e pra me auto conhecer.
Já não tenho tanto tempo, que me faça me prender na frente do computador, que me faça respirar olhando o perfil de tal pessoa, que me faça respirar sendo o irreal.
Porque hoje o real me agrada mais, me agrada as pessoas, a pessoa, um beijo, um abraço, um tudo!
Porque parece que por muito tempo eu não dizia nada, que eu era simplesmente refém de pessoas exaustivas que não me faziam mais me sentir tão bem.
E hoje? Hoje eu tenho vida, tenho o mais colorido de todos os dias, tenho tudo aqui que sonhei e que desejava ter por perto.
E eu encontrei em tão pouco tempo, 2 meses, 1 mês e um pouquinho, eu encontrei porque precisava encontrar, ou simplesmente deixei me encontrarem.
E hoje, hoje eu confesso que ainda continuo um tanto quanto confusa em pensamentos, sempre buscando entender tudo que acontece na minha vida. Mas o que me traz essa sensação confortável, é que realmente não necessito de explicação alguma pra ser feliz.
A felicidade está em um olhar, à felicidade está em acordar e ver que o sol invade sua janela e teu rosto é tomado por uma alegria, porque lá fora não chove mais, não há mais tempestades.
E parece que traz um dia de sol nos dias mais nublados, e traz a felicidade nos dias mais nostálgicos!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Um pequeno comentário

Tenho medo de barracos, assumo.
Tenho muito medo, a maioria deles eu acho engraçado e até tiro boas risadas, mas no fundo odeio ouvir as pessoas se exaltarem.
Ainda mais se for em uma aula com umas 50 mulheres e todas começarem a gritar ao mesmo tempo, por favor saiam de perto. Respeito com o professor eu me pergunto? Onde está a vontade de aprender, bom esse foi um dos principais assuntos que mediaram a essa discussão sem fim... Calem a boca, fiquem quietos, alguns pedidos aqui outros ali e pronto está armado o circo.
Eu me impressiono com a capacidade que as pessoas tem de serem mal educadas, normalmente as mulheres são mais explosivas e falam e falam. E nenhuma concorda com nada, podem até concordar que a aula deveria continuar, mas preferem concordar gritando e atrapalhando mais e mais.

Me diverti hoje perdendo boa parte da mensalidade que pago ouvindo mulheres gritarem, e eu sou uma dessas mulheres, mas preferi expor minha opinião no final. Não que eu seja menos explosiva que boa parte delas, mas poxa vida, dou valor ao meu dinheiro(dos meus pais) dou valor preferindo não me exaltar e atrapalhar mais e mais a aula.

Bom, cada um sabe a dor e a alegria de ser o que si é, pra que levantar tanto a voz pra falar uma da outra, mulheres vamos nos acalmar... Cada um sendo o máximo de educação possível, faremos uma aula tranquila, tranquila acho meio impossível.
Mas ao menos civilizada.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Os educadores do amanhã?

Bom eu estava lendo uma reportagem da Zero Hora de domingo, que falava que os professores estavam sendo postos a prova, a respeito da qualidade de ensino no nosso país.
E comecei a pensar, eu que quero ser tanto professora, que tenho o desejo de ensinar alguém além de mim mesma, e não só viver ensinando como viver aprendendo, sentindo que conhecimento é passado e absorvido todos os dias na minha vida. Comecei a pensar que ninguém mais tem esse sonho hoje em dia, grande parte das pessoas estão à procura de carreiras compensadoras financeiramente, ok! Não culpo ninguém, porque provavelmente também buscarei me estabelecer financeiramente.
Mas me pareceu que as pessoas não têm mais gosto por ensinar, ou pelas profissões tidas como ultrapassadas e que os professores de hoje em dia são ferramentas do Google. E a acessibilidade é tão grande, que no futuro provavelmente teremos professores robôs, teremos alunos à distância, em um futuro não tão futuro assim.
E o prazer de uma sala de aula, embora os padrões brasileiros ainda estejam ultrapassados formando filas de alunos e o velho método de não inovar, as pessoas irão perdendo mais a vontade de aprender.
Buscaremos a inteligência imediata, de formas mais rápidas e claras, aprenderemos o superficial, mas não o contexto de tudo.
Mas será que professores sem paixão pelo seu trabalho, sem inovação pela busca do conhecimento e pela melhoria da qualidade de suas aulas, será que esses professores, terão a sensibilidade para entender os meus filhos? Os seus filhos? Ou seremos formadores de opiniões pré projetadas pelo Google?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Uma luz no fim do banho

Realmente essas comunidades do orkut fazem até algum sentindo haha.
Bom, hoje eu precisava dessa luz. Porque muitas vezes minha cabecinha vazia se ocupa de coisas bem idiotas, pensamentos chatos e que não fazem sentido nenhum...
Ai eu preciso de um tempo MEU, relaxar e sentir que tudo volta ao natural, em perfeito equilíbrio e sem nada com o que me preocupar! Porque está tudo bem, tudo muito bem, a cada dia, acho que está melhor.
Mas bem, deixar-me com a cabeça assim vazia, não me faz tão bem. Eu sou um misto de pensamentos, libriana é assim mesmo, eu acho.
Costuma viajar demais e se não está em equilíbrio interior então, saí de perto! Mas eu vivo no ar, isso eu já percebi e percebo todos os dias da minha vida, eu vivo imagino cada coisa, elaborando soluções pra tudo...
Sou uma caixinha de surpresas, mas o que me contenta só hoje é saber:
Meu tempo sou eu quem controlo, e quanto mais parece que eu gosto, mas parece que eu penso. E por que eu faço isso? Logo eu que disse: não vamos pensar tanto, vamos VIVER!

Bom vou começar a seguir meus próprios conselhos, pensar por pensar não me traz nada mesmo, mas em uma vez na semana normalmente, eu costumo sempre ter essa sensação: De que nada mais eu sei, só sei que quero muito ficar perto de tudo que me faça bem!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

De ontem em diante- Teatro Mágico

"De ontem em diante serei o que sou no instante agora
Onde ontem, hoje e amanhã são a mesma coisa
Sem a idéia ilusória de que o dia, a noite e a madrugada são coisas distintas
Separadas pelo canto de um galo velho
Eu apóstolo contigo que não sabes do evangelho
Do versículo e da profecia
Quem surgiu primeiro? o antes, o outrora, a noite ou o dia?
Minha vida inteira é meu dia inteiro
Meus dilúvios imaginários ainda faço no chuveiro!
Minha mochila de lanches?
É minha marmita requentada em banho Maria!
Minha mamadeira de leite em pó
É cerveja gelada na padaria
Meu banho no tanque?
É lavar carro com mangueira
E se antes um pedaço de maçã
Hoje quero a fruta inteira
E da fruta tiro a polpa... da puta tiro a roupa
Da luta não me retiro
Me atiro do alto e que me atirem no peito
Da luta não me retiro...
T odo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem"

E eu me remeto à sensação de nostalgia, do que o dia realmente é sempre igual... Cadê a força da alegria das transformações que me tiram do chão? Ter o pensamento ocupado às vezes traz menos preocupação.
Hoje eu me remeto ao sofá, a dormir sem saber ao certo: e quando acordar o que fazer?
Você sabe bem que a criança já amadureceu, que seus pensamentos estão voando ai dentro...
Mas e o passo importante para firmar raízes com o futuro? É o passo da vida que anda lento sem direção.
Sou hoje uma figura desconhecida, minha mente é formada por rabiscos de pensamentos, sonhos e falta de dedicação.
Por entre tantos os sentidos que eu procuro, o que mais me desespera é não ter sentidos, sou um fruto de tudo que imagino e de pouco que vou atrás. De hoje em diante como diz a música, é uma tortura do que eu deveria fazer, deveria deixar-me ser, porém eu sei que tenho que ser, difícil é saber por onde começar!

domingo, 23 de maio de 2010

Pra não parar de escrever

E eu me lembro que sempre que estou feliz, contente ou algo do estilo... eu costumo escrever menos, costumo deixar meus pensamentos muitos soltos vagando por aí, sem direção e sem sentidos é a maioria das coisas que eu faço! Bom então que fique com uma dica diária, tudo que me transforma e me renova que venha pra cá, por mais que seja banal é minha forma de libertação, aquele equilíbrio interior que eu venho buscando desde que nasci.
E eu acho que costumo buscar demais, busco sempre o melhor emprego, as melhores pessoas pra me cercarem, a busca sem fim me torna prisioneira da minha própria definição de perfeição.
Tenho que aprender a ser mais assim, simples e observar as pequenas coisas bonitas da vida, um simples olhar ou um abraço... isso para mim já me bastaria, hoje!
Pra sentir eu sou mais diferente, eu sinto, eu tenho na minha mente, não tem como diferenciar os sentidos, se tem eu ainda não compreendo, porque eu penso em tudo ao mesmo tempo. E esse pensar muitas vezes já me complicou demais, por outras eu gostaria simplesmente de caminhar de noite e não ter nada mais com que me preocupar.
Pode parecer um tanto quanto sem sentido hoje tudo que digo, bom meus sentidos já estão bem balançados, assumo! E isso é bom? Eu espero realmente que seja, a cada dia, porque não pudemos mudar o passado, mas sim criar um novo futuro. E é esse sentido que tem me feito parar, ou que tem me feito querer parar, boa parte do tempo.
Então que seja singular, em poucas palavras eu não me esqueça de escrever, porque sou um refém, volto a repetir, sou um refém dos meus sentidos, das minhas frases, dos meus textos...
E isso me transportará, para um mundo de sonhadora, que tão pouco saberei sair dele mais!

sábado, 22 de maio de 2010

Vou usar das palavras de Martha, porque hoje eu não saberia dizer mais que ela

"Sentir-se amado

O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.

Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.

Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?

Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo."



Martha Medeiros

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cabeça de vento, pra variar

Pra ter a certeza que outro dia eu sou impulsiva, que eu me jogo na frente do trem e digo: vem!
Bom é assim, eu devia me frear às vezes, mas eu não sei direito fazer isso... Por tantos pensamentos e coisas bobas que vêem, elas vêem, e eu me olho no passado e vejo que não era assim, não era nem um pouco assim, e isso era melhor? Eu já não sei, mas pelo menos eu costumava pensar, e me importava demais com o que os outros pensavam, me importava demais com conversas de orkut, com blá blá blá!
E não se baseia nada de importante através disso, bom pelo menos isso eu aprendi, depois de 500 mil brigas a respeito do orkut, eu descobrir: O que ele representa na nossa vida? NADA!
É verdade, somos reféns da tecnologia, e do que as pessoas querem criar nas suas mentes e acreditarem, ao invés de irmos com cautela e sermos livres por entre nossos pensamentos, não... Somos filhos de uma geração vilã, que forma perfins perfeitos de pares ideais!
Eu não sou ideal, talvez tão pouco me conheça pra ser ideal pra mim mesma, mas eu sou o melhor que eu posso... E se eu fizer meu melhor, um pouquinho contribui, não?
Eu gosto das coisas que me fazem bem, não necessitando de rodeios, não necessitando de medos, não necessitando de nomes, eu gosto do que me agrada! E é perto disso que eu quero permanecer, perto da minha verdade e não da verdade dos outros, afinal... Os outros são só os outros.
Entre o meu caminhar e o de qualquer pessoa que me faça bem, acho que desenvolvo o senso fixo de que nada é igual, nada deve ser comparado... Tudo tem seu momento exato! As pessoas são diferentes, tanto eu, quanto você... E é isso, isso que faz o mundo girar.

sábado, 15 de maio de 2010

Por um olho de vidro

O passado é como um espelho refletido infinitas vezes, de tamanhos diferentes! Eu me vejo em uma sala, na primeira série conhecendo meu mundo novo, minha criança florescendo e eu ainda me descobrindo. Logo após já posso imaginar meu primeiro tombo de bicicleta, meu primeiro beijo, meu primeiro adeus... O mais doloroso.
E ai eu recordo a viagem que fiz, os caminhos que cruzei, e por tantos, tantos momentos eu só desejava-me auto conhecer.
E é isso se descobrir, basta ter a mente livre, e olhando no passado tudo fica mais fácil, você percebe as mudanças, o que não quer que ocorra de novo, e eu não quero muitas coisas novamente.
Mas dizem que a vida é um ciclo, que os planetas giram em torno do sol, e que o mundo gira sempre constante. Se é um ciclo para que vamos batalhar tanto para mudarmos? Se no futuro podemos pensar as primeiras coisas que nossa mente produziu. Você vai evoluindo sim, vai buscando novos rumos e sentidos melhores, vai sentindo, vai aprendendo.
Aprender é a forma mais clara de que temos, de que o passado realmente existiu, pois aprendemos com situações que já passamos... E aprendemos de diversas formas: Amando, amar pra aprender, sofrer, sorrir. Aprendemos que nada volta, então temos que viver um pouco desse ciclo que nos cerca, mas não esperar que o ciclo feche e que tenhamos perdido boa parte de toda a circunferência. Temos que aproveitar em atos, a vida em teatros, a vida em novelas, a vida em nossas histórias escritas a mão, escritas no pé, no caminhar. No caminho encontrarem um olho de vidro, que nos levará sempre a observar, o que o passado nos transformou, o que eu sou hoje e não era antes. O que eu quero para o amanhã?

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Palmas para mais uma aula

E hoje aqui na aula de tópicos de design e assistindo as apresentações do colegas: estilistas, coleções, marcas opcionais e derivados. Somos essa massa de cultura de moda, afinal, fazemos moda. E hoje eu observo que eu aprendi tanto e absorvi tanto sobre pessoas que não fazem parte da minha vida, uma cultura consumista... Mas olha quem falando disso, a estudante de moda, a estudante de uma das faculdades mais consumistas de todas. Eu assisto as colegas tão apavoradas quanto eu e ao sorteio da professora e os nomes: Pricila, Isabela... e nada de Rafaela, ainda bem. Pois que sorteio bom esse hein? Me sinto em uma caixa, sem saber ao certo se é isso que eu quero pro resto da vida, bom eu confesso ainda não me descobri, não encontrei meu eu, nem a vocação maior de todas. Parece que as pessoas não me agradam mais tanto, que as matérias são fracas e sem muita produção, eu observo e observo. Acho incrível meus colegas, cada um com seu jeito, cada um com sua forma destacada e sua revelação cotidiana: Um com cabelo de pássaro, outra com a meia calça rasgada. E a quantidade de café que essa turma consome, e consome mesmo... Acho que já pagamos bons salários dos funcionários do "Ponto com Sabor".

Adoro está nesse meio, as vezes eu me expresso mal, as vezes me sinto em casa. É algo confuso, talvez porque eu seja confusa. E essa é minha confusão boa, eu sou a diversidade absorvida em tudo que observo no dia a dia, e eu observo, hein. Continuarei observando, e narrando porque mais do que observar, eu prefiro é narrar!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Se a vida se descrevesse em um verso

Sem medo de errar eu vou vivendo, eu vou sentindo. Passos curtinhos de um destino que traço entre pensamentos, mil anos não me alcansaram- Já dizia a Shakira.

Sabe quando você para e percebe que as coisas estão tão boas? e você percebe que não precisa de muito para tudo isso, as vezes vem o sentimento de que falta algo... Mas bem, não falta nada. E hoje eu olho e posso entender, o tonta que fui, pois é questão de tempo e fé (novamente já dizia Shakira). Eu tô aqui, realmente estoy aquí... Tudo, escrevendo um texto que não sei ao certo quem pode ler, ao certo o que pensarás sobre mim, mas eu escrevo, continuo escrevendo o caminho da minha felicidade a cada dia.

E as transformações? Como pode em tão pouco tempo alguém pensar tão diferente? o que simplesmente mudou, foi as situações, as emoções, a vida. A vida mudou, grande parte das pessoas que estão nela, ainda continuam nela. Outra parte se foi, e as vezes por bem, outras por mal! Mas o tempo não regressarás, jamais!

domingo, 9 de maio de 2010

Devo parar, parar de pensar por pensar, aí só sai besteira!

Porque toda hora eu penso algo novo, ta isso já é de rotina, mas pensar por pensar e pensar besteira, não deveria ser uma das minhas principais atividade...
Eu me pergunto demais, demais sobre as coisas: E será que é assim? será que vai acontecer isso? por que não acontece aquilo? Será, será, será? São só serás, coisinhas que eu fico martelando na minha cabecinha tão pequena (não vão me julgar burra hein ¬¬), mas é isso... Eu deveria parar um pouquinho, cabeça vazia entra cada idéia, cada pensamento maluco!
Acho que preciso de uma ocupação imediata, pra parar de pensar besteira, de me questionar tanto... Sou um poço de perguntas infindáveis, sou um poço de respostas sem necessidade, mas que mesmo assim eu continuo a tentar responder sempre achando que minha resposta é verdadeira.
Na maioria das vezes são só besteiras, só suposições, pensamentos ignorantes, ciumentos, doidos. Vou focar essa minha vocação de pensar pequenas coisas inúteis, e vou nadar, ler um livro, comprar um chocolate, ver um filme. Mas será? será que o livro vai se bom? será que o chocolate não vai me engordar? será que o filme não vai ocupa demais meu tempo? Será, será, será?

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Por falar em gripe

Por falar em gripe, parece que nada tem gosto, que o paladar não é o mesmo, nem as sensações. Ai eu penso, e como penso sempre né, será que isso só acontece enquanto estamos doentinhas? Essa sensação de que as coisas não estão dando certo, de que você queria mais um tempinho com as pessoas de quem gosta, de que queria um abraço e alguém dizendo: Deite no meu colo, eu cuido de você! Por falar em gripe, em inverno, em outono, eu penso, será que tudo mudou tão rápido, que não tenho mais quem me cuide nesses momentos? Quem me cuide com catapora, quem me abrace forte e diga, vai passar gordinha, vai passar! Por falar em gripe, espero que seja só isso, só mais uma gripinha, que passe rápido rápido. Mas espero também, que venha a proteção, e que essa não passe tão rápido assim, que essa venha pra ficar por um bom tempo, pelo menos até a gripe do ano que vem!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Casulo da minha felicidade

Já me sinto assim: Viva, viva, vivendo, renascendo... alegre. E me perguntem o por quê? Por absolutamente nada, a vida não é feita só de porquês demasiados. Eu me sinto alegre, mais leve e acho graça nas coisas mais simples. Talvez seja porque hoje o sol bateu mais forte no meu rosto, é realmente o sol está mais forte, principalmente pelo aquecimento global (outra história a debater), mas ele me irradiou.
Com toda a sensação de liberdade, liberdade mental, liberdade de abrir os braços e girar, enlouquecer comigo mesma e me sentir simplesmente alegre. Eu quero, eu quero sentidos pras coisas, mas hoje eu nem preciso tanto deles...
Hoje eu preciso de um aquário cheio de peixes, pra fixar meus olhos todo o dia neles, e rir das cores engraçadas, e as combinações de tonalidades de um peixinho ou de outro. Eu, eu sou um passarinho, livre sem direção... Voando alto, mas hoje não quero ser tão, tão livre.
Quero por meus pés no chão e sentir água entre eles. Ultimamente tenho achado alegria nas coisas mais simples, a água principalmente, me acalma, me tranquiliza.
Seja hoje, passageira ou não... To feliz com o tudo, com o nada, com o cheiro das folhas das árvores. To feliz da sinuca ser um jogo que me relaxa, to feliz que meu vestido não me deixa tão gordinha, tô feliz de comer rapadura, de deitar na rede, de escovar os dentes, to feliz de acordar mais cedo.. De perder hora, de olhar o relógio, de subir escadas, de caminhar no centro.
To feliz, e felicidade meu amigo, é uma arma poderosa!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Quase uma dica, um poema

E eu te trago meu sorriso, te trago um abraço, que não custa muito, só o carinho. As rosas do jardim que colhi deixaram-se no chão, pois logo, logo seriam só rosas, murchas e sem tanta emoção. Prefiro sentir a batida do peito, o ritmo da alma, te trazer um pouco de emoção em um dia vazio, quem sabe ser o teu dia calmo. Por isso te dou o meu simples, o que não preciso me esforçar tanto, pois com o tempo descobrirá o meu complicado. E se esforçará para amá-lo e entendê-lo, se fores necessário.

Mudaram as estações

E me parece, me parece que eu to mudando, que meus dedos das mãos aumentaram, que meu rosto afinou e que já não sou mais a mesma. Me parece que sinto vontades, que antes não tinha, que tenho sonhos desde menina, que a cada dia chegam mais perto. Só preciso criar meios para torná-los reais. E chega o dia das mães e eu lembro de que com essa minha idade, minha mãe já era, minha mãe. Que talvez eu esteja ficando velha, talvez precise amadurecer criar raízes em coisas mais sérias. Precise olhar pro passado e deixar de lado as velhas brincadeiras. As pessoas mudam, mas mudam gostos, atitudes e rotinas. Mas jamais mudam sua essência. E parece que eu sou assim, um pingo de tudo que eu acreditava ser antes. Eu tenho desejos, eu tenho carinhos. Eu me imaginaria agora daqui uns 5 anos, imaginaria perfeitamente , o que eu poderia amar estar fazendo. Mas eu não sei de nada ainda, porque eu ainda estou só crescendo, e crescendo rápido. Deixando estagnado um outro eu, que eu vou guardar pra sempre. Parece que tudo tá assim, tão diferente.


“Mudaram as estações
nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente”

Cássia Eller
Por Enquanto

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Entre sonhos, destinos, futuros

Perdida, hoje eu acordei mais tarde do que o normal. Bom matei minha primeira aula de costura, na intenção de não entregar uma pasta de trabalho... que eu não consegui terminar, assumo!
Tô assim, a ver navios, a navegar em um porto vazio, parece que meu corpo foi lançado no mar, e eu tô aqui parada flutuando, flutuando. Entre escolhas e caminhos, eu percebo que sou confusa demais, eu não vejo o medo que eu sinto de me perder. Mas eu sinto, sinto falta de coisas que fui deixando pra trás, e será que é normal isso na minha idade? Não saber o que eu quero, não entender o que eu busco. Bom, depois de um tempo quando eu tiver mais velha, provavelmente eu olhe e pense: cheguei até aqui graças a minhas escolhas; Mas sem dúvida, vai me restar um pouquinho de incerteza, e se eu tivesse feito tudo diferente?! É isso, eu não sei mais pra onde quero caminhar, não sei, não sei, não caminho. Jovens são tão confusos, bom alguns mais ou menos que outros, mas em grande parte jovens são perdidos em comportamentos, em pensamentos, em querer experimentar um pouquinho do máximo que a vida pode nos oferecer. Minha cabeça é muito jovem ainda, é assim... É lenta pra decisões, mas rápida demais pra pensamentos, pra sonhos, pra "viajar". E eu viajo, eu não saio do lugar, mas já fui pra diversos outros planetas em que minha cabeçinha pequena consegue me transportar em uma imensidão tão grande de criatividade.

Estou começando a achar que poderia sim escrever um conto daqueles bem malucos, talvez em algum momento eu estivesse com ETs ao lado, em outro momento eu estivesse em uma cidadezinha desconhecida e com as luzes da noite um pouco apagadas, e ruas vazias. Por tantos pensamentos, tantas idéias loucas, tantas " ESCOLHAS" eu não me prendo em dizer: Onde tudo isso irá parar? O que é o melhor pra mim? Tô esperando pra uma velhinha com a aparência semelhante a minha só que com um rosto mais marcado pelo tempo... Me abrace e diga, olhando em seu espelho, valeu a pena cada decisão. Obrigado!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Pesquisadora de pedras preciosas em marte

““É eu ando no mundo da lua, como o personagem da série”...” Meu nome é Lucas silva e silva e eu estou no mundo da luaaaaa”, hoje foi complicado não vou negar. Eu sempre prometo algo pra mim, que depois de uns 30 minutos eu mal lembro o que eu prometi. E pra completar 5 pessoas me chamaram de bipolar, tá alegre tá triste, tá alegre tá triste. Tá eu to! E parece as vezes que eu não sei onde eu to, caminhos tortos, bem tortos, qual é o meu problema? Esse é o problema, por um lado vejo a tranqüilidade, por outro a incerteza. E parece que eu ando na corda bamba, tão confusa, tão inconstante... e é isso sabe. Eu queria saber porque as pessoas não são todas iguais, isso seria mais fácil as vezes. Pensar em ser diferente, em tá com alguém diferente, confunde minha mente demais. Aí eu paro e reparo a calmaria, a tranqüilidade, a sensação de calma, o beijo suave, tudo, tudo, tudo. Me envolve me acalma. É mas depois vem a tempestade, querendo me arrancar do chão, querendo me levar pra algum lugar qualquer onde eu nem sei se quero estar, mas as vezes eu estou! Eu quero certezas, e não essa confusão... Queria que com o tempo eu me visse menos interrogativa, menos perdida, menos eu. É parece que eu sou um livrinho daqueles de terror, aquelas histórias infantis fantasiosas, as mais belas flores, as mais murchas rosas. E agora eu lembro de que tenho um trabalho, de que ando escrevendo demais pra desabafa, e falando de menos. Guardando pra mim, um pouquinho que seja, de tudo que to vivendo. Quem melhor que eu pra entender minha mente? Eu quero saber.... é bom esse misto que me prende?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Bom mesmo é não ter planos


A mais uma vez eu penso, e penso, e repenso.
Bom mesmo é não ter planos, e seguir uma linha paralela do que minha mente quer, com onde meus pés me levam. Eu sigo por aí, e acho isso tão fresco, parece que o vento e a sensibilidade de se sentir, sozinha, é tão, tão agradável nesse instante. Posso querer por alguns segundos estar acompanhada, mas eu caminho sempre melhor sozinha. Quem sabe um cooper, é bom seguir o meu ritmo, que talvez ninguém consiga acompanhar. E quando tudo para, eu sinto a calma e então o sono se aproxima de mim de uma intensidade de tal forma, que não consigo me controlar. Bom mesmo é não ter hora pra chegar, é ligar a tv, tomar um café e nada mais a fazer. Talvez eu não queira tanto essa mordomia, mas enquanto ela vem, eu aproveito. Hoje parece que nada me completa da forma que eu queria, só queria a sensação de conhecer um país novo, uma cultura diferente, diferenciar de toda essa gente. Que mal sabe o que quer da vida, que não entende de cultura, não entende de necessidade, que só se preocupa com a futilidade... E é isso, meu mundo agora.Ah mas quem me dera uma mochila, 1 passagem na mão só de ida... Um caderninho pras anotações e escrever um livro, sair por aí sem planos algum, observar o nada e conhecer o tudo. O tudo que a minha televisão não me permite ver, eu quero ser o que talvez eu me reprima, quero uma transformação, soltar a minha liberdade da forma mais liberta mesmo... Em outro lugar, em qualquer lugar, com outras pessoas, sem preocupações... Bom mesmo é viajar.

sábado, 17 de abril de 2010

Não nos basta ser livres, se não soubemos aproveitar

E por muitos dias eu venho me perguntando, a onde toda essa liberdade vai me levar? Não é mais costume, talvez não seja mais tão suave e calmo, do jeito que eu queria que fosse... Às vezes cansa, e sim eu canso! Pode parecer que eu não saiba me controlar, não tenha mais metas, mais sonhos para realizar, e parece que minha cabeça está sempre no mundo da lua... Pra falar a verdade é mesmo, eu sempre viajo, sonho, idealizo, imagino milhões de possibilidades, caminhos, encontros e 90% de tudo isso, vira só sonho mesmo. Não nos basta termos liberdade sem saber como compartilhar, sem saber como usufruir... Parece que por muito tempo, por eu ter sido, reprimida, por meus pensamentos estarem fixos em uma só idéia constante, agora me parece que eu não me fixo em nada. E parece que eu não paro, mas eu paro sim, eu quero parar.... Eu gosto de alguém que me faça bem, que me puxe pra terra, que me aperte à mão forte, que me aperte forte, e talvez não solte. Eu quero a liberdade, mas na hora certa, a liberdade, mas na medida exata... Eu não sou toda essa liberdade que transpareço, eu não sou toda essa felicidade que demonstro, toda essa exaltação e euforia. Às vezes eu só queria parar, me acalmar, sentar em um sofá ver um filme com uma ótima companhia e aí sim... Sentir essa liberdade de estar VIVA.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Você me faz correr demais os riscos dessa highway

Velocidade, adrenalina, emoção, agitação! Eu ando assim, correndo rápido sem olhar pra trás...

Não quero que ninguém me pare, quero senti o vento no meu rosto e ir aonde meus pés me levarem, quero logo sair dessa cidade e correr os riscos de uma infinita highway...


então vai aí a música:

"Você me faz correr demais
Os riscos desta highway
Você me faz correr atrás
Do horizonte desta highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto,
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar

Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
É sobretudo a lei Dessa infinita highway

Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo desta estrada Olhe só!
Veja você Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E, à noite, eu acordava banhado em suor

Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que já sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos, nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos a lei
Da infinita highway

Escute garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: "Será a estrada uma prisão?"
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre

Se tanta gente vive sem ter como viver
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos sem motivos
Mas que motivos temos pra estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entre linhas do horizonte Desta highway(?)
Silenciosa highway

"Eu vejo um horizonte trêmulo Tenho os olhos úmidos"
"Eu posso estar completamente enganado
Posso estar correndo pro lado errado"
Mas "A dúvida é o preço da pureza"
É inútil ter certeza
Eu vejo as placas dizendo "Não corra" "Não morra", "Não fume" "
Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes"

Minha vida é tao confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute garota, façamos um trato:
"Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato"
Eu posso ser um Bealte Um beatnik, ou um bitolado
Mas eu não sou ator
Eu não tô à toa do teu lado
Por isso garota façamos um pacto: "Não usar a highway pra causar impacto"

Cento e dez Cento e vinte Cento e sessenta
Só pra ver até quando
O motor aguenta
Na boca, em vez de um beijo,
Um chiclet de menta
E a sombra de um sorriso que eu deixei
Numa das curvas da highway"

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Finalmente resolvir postar!

Ah, começo de ano, bom agora nem tanto né dia 22 de janeiro! E parece que tanta coisa se transformou em um espaço tão minúsculo de tempo. Pra começar eu esqueci de postar que finalmente depois daquela adrenalina e correria toda de formatura e final de colégio... EU ME FORMEI! Algo lindo, que pareceu assim durar uns 10 minutos, tudo tão rápido(bem eu não achei isso exatamente na hora, bem pelo contrário), mas olhando agora o tempo voou. Eu me achei linda naquele dia, sei lá... é bom as vezes ver que todos teus amigos estão ali, e todos dizem pra ti: Como tu tá linda!. És então que até me convenci que estava bem bonita. Foi encantador o momento, depois aquela reunião aqui em casa, umas 10 ou 11 pessoas no meu quarto, desorganizando, falando alto, brincando... BOM, MUITO BOM! então vamos para a festa? APÉ, a essa altura da noite eu já não tinha salto, não tinha mais classe, não tinha mais nada, além de muita felicidade e meus queridos amigos, tio e namorado do meu lado.


Prefiro não contar os detalhes que me fizeram sair da festa, pra não relembrar o quanto eu quero matar alguns amigos que não sabem beber e se comportar diante de situações formais e com SEGURANÇAS FORTES E BRABOS!
O que duro da minha festa, e as 3 horas que aproveitei (sair da própria festa de formatura, por culpa de seus convidados, é um luxo que não é merecido para todos!) foram incríveis, dancei, curti, bom me diverti como nunca! Essa era uma festa que eu merecia umas 3 vezes ao ano!

No outro dia, além de acordar com o ruído do balde ao lado da cama, e um namorado ao chão passando mal... Acordo com um tio indo embora gritando, e adeus espelho, já era virou restos de comidas mal digeridas (que nojo).

Então os dias passaram e o colégio virou lembrança, suave lembrança de tudo que já aconteceu de mágico na minha vida, olhando no passado agora. Valeu a pena!

O ano novo foi incrível, passar um ano novo só eu e meu pai foi muito bom, algo que a gente não fazia a muito tempo! Que saudade, e vontade enorme de nunca mais me desgruda daquele gordinho e velhinho... mas acabou a praia e cada um voltou para a sua casa. Odeio pais separados, não gosto mesmo!


Agora eu não canso de sonhar acordada" COMO EU TO SONHANDO POR SINAL"... Minha faculdade que tem que chegar logo bem, logo! Fazer aquilo que eu sonhei e nasci pra fazer a vida toda, dizer com grande orgulho: Eu sou uma designer de moda. Eu crio, eu invento, eu reformo.... Eu imagino!
Eu fiquei tão maravilhada com aquela sala de produção de vestuário da Ritter que quase chorei. E é isso que me dá mais força pra ir além e não desistir, mesmo com tanta pressão para seguir o curso desejado dos papais, ADM- pra quem odeia matemática esse é o pior pesadelo.

Então, ainda falta 1 mês e um pouquinho pra logo, logo saber o que eu vou ser no meu futuro, e eu tenho tantos planos e tantos....
Que acho que nem vou sonhar mais e simplesmente deixar que o rumo da vida me leve e me deixe alcançar o que tiver que alcançar. Que eu seja de fato uma grande personal style... haha!
Bom seja o que vier, mas que venha com força e balance minhas perspectivas... Que me surpreenda, se bem que no mundo da moda nada me surpreende, e sim ME DOMINA!