Já estava tarde e ele observava o relógio com seus olhos fixos, e perplexos.
Ela nunca havia de ter passado as horas do ponteiro 12, e por mais que ele confiasse em sua mulher a preocupação e as palavras surgiram a sua mente. Seu arrependimento bateu, e sentiu então a tortura e a desesperança do amor. Pois amava sua mulher, e saberia que agora não existiriam mais muros, que a triste verdade teria posto em prática suas ações. E então a compreenderia igual e de tal maneira.
Não havia passado 5 minutos da hora que ela costumava chegar em casa, mas as preocupações aumentavam e ele acreditava que ela realmente havia cumprido sua promessa. Desesperado liga e ela não retorna sua ligação, ainda pode está magoada, ou em outra situação, aquela situação.
Mas haverá de compreendê-la, ou é o que se espera. Pois ela prometeu aos prantos, e com uma imensa raiva, misturada com tortura, e a vontade de ser vingada.
Se ele podia, porque ela não poderia? A traição bateu a porta... E então permaneceu naquela casa.
E ela disse a ele,
- eu te perdoou, mas farei o mesmo.
Mas você não saberá quando, nem como, e muito menos com quem. E se me aceitares de volta, então poderemos nos entender, se não me aceitares é por que fui imensamente fraca de ter te perdoado.
E ela então fechou a porta e foi trabalhar, e aqueles 5 minutos de atraso lhe fez pensar, não vale a pena continuar.
"texto pensado após conversar com uma amiga a respeito de traição, posto em prática o que seria minha visão correta a ser feita"
Nenhum comentário:
Postar um comentário