Que conceituem que expurguem que tirem do sério, que criem rótulos, que amenizem a razão e a obsessão que o ser humano tem de se entender. Eu mudei meus sentidos sem toques milimétricos de tempo, eu mudei meus modos de agir por saber que nada fará voltar às razões que foram dadas hoje a mim.
Às vezes, você só precisa de um significado pra entender o quão complexo são as informações apresentadas na sua vida, e eu entendi que a necessidade de harmonia e vivência com a família me tornou o que eu sou hoje. A exaltação do meu se tem pelos meus semelhantes, semelhantes de sangue, tidos como a real idealização do amor. E por mais trouxa que possam parecer às exacerbadas frases ditas sobre a banalização do conjunto familiar. Eu me rendo em ser perplexa, eu me rendo em dizer que tudo que mais aprendi foram com eles.
Hoje sinto que tenho muito, e devo muito a ensinar. Talvez os olhares atalhos, expelidos no meio de uma discussão me tornaram mais discreta, talvez eu tivesse menos paciência com minhas atitudes se não fosse um abraço apertado de alguém tido como irmão.
Conceituei meus sentimentos, em pensamentos menos teóricos, pensamentos sentidos por sentir. Sentidos pra reforçar o que se está apagado, a razão do viver é a mesma razão pela qual você nasceu e é crescer e ver que seus passos deram frutos, menos materiais e mais mentais.