E eu de novo aqui, voltando e retomando a história de onde parei, até onde vale a pena se envolver... Um livro que espero ainda publicar.
E parece que quando se fica muito tempo parado e distante dos pensamentos sobre tal assunto, tudo parece meio vago. Bom na minha história, há uma personagem meio sem sentido e a procura do que pode acreditar ou não.
Não vou falar tanto do meu livro, pois ainda é somente um projeto... e projetos só se revelam quando finalizados.
Quero falar agora que meu namorado toca violão muito bem, acabei de descobri!
e parece que hoje as palavras são só palavras, pois prefiro escutar e aproveita esse momento agradavel aqui... Bom, hoje foi só um olá.
Quero mais de ousadia e um pouco de pecado. Sair da linha tênua entre o certo e o errado.
terça-feira, 27 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Você planta sua árvore e quer colher seus frutos
Você compreende que está evoluindo, que tudo se transforma e talvez as coisas estejam rápidas.
Ou talvez você esteja percebendo somente que seu tempo é curto pra fazer tudo aquilo que deseja.
Eu imagino milhões de sonhos e as coisas que desejo pro meu futuro, acho que em partes o futuro me assusta, pois eu, que penso demais, imagino que o futuro é nossa única e ultima esperança de fazer crescer o nosso mundo.
Talvez não faça sentido algum a minha frase anterior, mas os pensamentos por traz dela fazem!
Eu hoje comecei a pensar como seria minha vida daqui 10 anos, não estaria morando com meus pais, creio eu. Imagino minha estabilidade financeira, imagino conhecer outros lugares, plantar a minha árvore e colher dos seus frutos.
Talvez não daqui a 10 anos, talvez um pouco mais, quem sabe...
Imagino um filho, talvez 2... três se for o caso, mas depois disso, chega!
Me vejo uma quase velhinha, uma nova velha ( hoje em dia a ciência evoluiu MUITO ), me vejo ali, adoravelmente cuidando e amando o que possa ser meus filhos. Porém, pra formar uma geração posterior temos que primeiro compreender a nossa própria geração.
Não imagino conseguir aceitar com que meus filhos vivam e cresçam com mais problemas sociais, culturais, naturais do que os meus.
Não julgo nossa vida aqui hoje tão difícil, mas julgo que poderíamos melhorá-la, mas o ser humano costuma ser meio acomodado, e sempre busca o melhor para SI e só SI mesmo!
Talvez não pensamos tanto em futuro, pois somos programados para descartar e pensar no presente, praticar o desapego dos sonhos e viver o real, o agora.
Eu como sonhadora talvez antiquada, costumo fazer listas e planos dos meus sonhos, pelo menos para fundar objetivos a serem cumpridos, e prazos a serem entregues.
Sonhos entregues? Talvez sim, por quê...
Metade dos nossos sonhos são só sonhos, a outra metade são gratificações do nosso esforço, das nossas árvores.
Ou talvez você esteja percebendo somente que seu tempo é curto pra fazer tudo aquilo que deseja.
Eu imagino milhões de sonhos e as coisas que desejo pro meu futuro, acho que em partes o futuro me assusta, pois eu, que penso demais, imagino que o futuro é nossa única e ultima esperança de fazer crescer o nosso mundo.
Talvez não faça sentido algum a minha frase anterior, mas os pensamentos por traz dela fazem!
Eu hoje comecei a pensar como seria minha vida daqui 10 anos, não estaria morando com meus pais, creio eu. Imagino minha estabilidade financeira, imagino conhecer outros lugares, plantar a minha árvore e colher dos seus frutos.
Talvez não daqui a 10 anos, talvez um pouco mais, quem sabe...
Imagino um filho, talvez 2... três se for o caso, mas depois disso, chega!
Me vejo uma quase velhinha, uma nova velha ( hoje em dia a ciência evoluiu MUITO ), me vejo ali, adoravelmente cuidando e amando o que possa ser meus filhos. Porém, pra formar uma geração posterior temos que primeiro compreender a nossa própria geração.
Não imagino conseguir aceitar com que meus filhos vivam e cresçam com mais problemas sociais, culturais, naturais do que os meus.
Não julgo nossa vida aqui hoje tão difícil, mas julgo que poderíamos melhorá-la, mas o ser humano costuma ser meio acomodado, e sempre busca o melhor para SI e só SI mesmo!
Talvez não pensamos tanto em futuro, pois somos programados para descartar e pensar no presente, praticar o desapego dos sonhos e viver o real, o agora.
Eu como sonhadora talvez antiquada, costumo fazer listas e planos dos meus sonhos, pelo menos para fundar objetivos a serem cumpridos, e prazos a serem entregues.
Sonhos entregues? Talvez sim, por quê...
Metade dos nossos sonhos são só sonhos, a outra metade são gratificações do nosso esforço, das nossas árvores.
sábado, 24 de julho de 2010
A gente compreende um olhar, não um teclar
Com toda essa tecnologia os amores estão virando platônicos, e eletrônicos...
Se troca beijos via internet, e os olhares são as buscas sem fim no orkut
Isso te faz bem? A mim não! Eu posso compreender como ninguém um olhar, um beijo, um abraço, um simples aperto de mão.
Mas não consigo entender quando as palavras surgem no msn, e parecem tão vagas e sem a mesma emoção do que ter você aqui.
Eu entendo o teu olhar, entendo a sua respiração e tudo que realmente te forma, mas depois de passar tempos juntos e a proximidade ter se tornado quase rotina, entender a comunicação via internet, parece uma M.
Adoro conversar, escrever, sejam quais forem os meios... Mas são vagos quando as palavras parecem distorcidas, quando não se sabe realmente o que se quer dizer.
Você pode suspeitar, mas no fundo interpretará da maneira que melhor deseja.
Por isso! Te entendo em jeitos e gostos, tão pouco te entendo em teclas, pois seria tão fácil, compreender o que eu quisesse compreender.
Ao invés de te compreender em teus sentidos e te sentir não só uma tela, e sim... A alma por completo.
Se troca beijos via internet, e os olhares são as buscas sem fim no orkut
Isso te faz bem? A mim não! Eu posso compreender como ninguém um olhar, um beijo, um abraço, um simples aperto de mão.
Mas não consigo entender quando as palavras surgem no msn, e parecem tão vagas e sem a mesma emoção do que ter você aqui.
Eu entendo o teu olhar, entendo a sua respiração e tudo que realmente te forma, mas depois de passar tempos juntos e a proximidade ter se tornado quase rotina, entender a comunicação via internet, parece uma M.
Adoro conversar, escrever, sejam quais forem os meios... Mas são vagos quando as palavras parecem distorcidas, quando não se sabe realmente o que se quer dizer.
Você pode suspeitar, mas no fundo interpretará da maneira que melhor deseja.
Por isso! Te entendo em jeitos e gostos, tão pouco te entendo em teclas, pois seria tão fácil, compreender o que eu quisesse compreender.
Ao invés de te compreender em teus sentidos e te sentir não só uma tela, e sim... A alma por completo.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Lindas Mãos
Adaptada de Lawton B. Evans
Á beira de um riacho, algumas mocinhas conversavam, contando vantagens de suas lindas mãos. Uma delas mergulhou as mãos na água cintilante, e as gotas que caíam de suas palmas até pareciam diamentes.
- Olhem como minhas mãos são lindas! A água corre nelas como jóias preciosas- disse ela, levando as mãos para as outras admirarem.
Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las em água limpa e fria.
Outra mocinha correu para colher morangos e esmagou-os nas palmas das mãos. O suco escorreu pelos dedos como vinho pisado, até os dedos ficarem rosados como céu ao sol nascente.
- Vejam que lindas mãos as minhas! O suco de morango escorre por elas como vinho- disse ela, levando as mãos para as outras admirarem.
Eram muito rosadas e macias, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com suco de morango todas as manhãs.
Outra mocinha colheu violetas e esmagou-as nas mãos, até ficarem muito perfumadas.
- Olhem que lindas as minhas mãos! São perfumadas como as violetas dos bosques da primavera- disse ela, levando as mãos para que as outras admirassem.
Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com violetas todas as manhãs.
A quarta mocinha não mostrou as mãos, deixando-as no colo. Uma velha veio andando pela estrada e parou perto das mocinhas. Elas lhe mostraram as mãos, perguntando quais eram as mais belas. Para cada uma, ela balançou a cabeça e depois pediu para ver as mãos da última mocinha, que as mantinha no colo. Ela levantou as mãos timidamente.
-Hum, estas mãos estão bem limpinhas- disse a mulher-, mas estão endurecidas pelo trabalho. Estas mãos ajudam os pais lavando a louça, varrendo o chão, limpando as janelas e semeando a horta. Estas mãos tomam conta do bebê, levam chá quente para a vovó e ensinam ao irmãozinho menor como empilhar os toquinhos e empinar pipa. Sim, estas mãos andam muito ocupadas fazendo da casa um lar feliz, cheio de amor e carinho.
Então a velha remexeu no bolso e retirou um anel de diamantes, com rubis mais vermelhos que o morango e turquesas mais azuis que as violetas.
-Tome, use este anel, querida. Você merece o prêmio pelas mais belas mãos, pois são as mais úteis.
E a mulher desapareceu, deixando as mocinhas sentadas á beira do riacho.
Meu conto preferido... Livro das virtudes.
Á beira de um riacho, algumas mocinhas conversavam, contando vantagens de suas lindas mãos. Uma delas mergulhou as mãos na água cintilante, e as gotas que caíam de suas palmas até pareciam diamentes.
- Olhem como minhas mãos são lindas! A água corre nelas como jóias preciosas- disse ela, levando as mãos para as outras admirarem.
Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las em água limpa e fria.
Outra mocinha correu para colher morangos e esmagou-os nas palmas das mãos. O suco escorreu pelos dedos como vinho pisado, até os dedos ficarem rosados como céu ao sol nascente.
- Vejam que lindas mãos as minhas! O suco de morango escorre por elas como vinho- disse ela, levando as mãos para as outras admirarem.
Eram muito rosadas e macias, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com suco de morango todas as manhãs.
Outra mocinha colheu violetas e esmagou-as nas mãos, até ficarem muito perfumadas.
- Olhem que lindas as minhas mãos! São perfumadas como as violetas dos bosques da primavera- disse ela, levando as mãos para que as outras admirassem.
Eram muito macias e brancas, pois a única coisa que fazia com elas era lavá-las com violetas todas as manhãs.
A quarta mocinha não mostrou as mãos, deixando-as no colo. Uma velha veio andando pela estrada e parou perto das mocinhas. Elas lhe mostraram as mãos, perguntando quais eram as mais belas. Para cada uma, ela balançou a cabeça e depois pediu para ver as mãos da última mocinha, que as mantinha no colo. Ela levantou as mãos timidamente.
-Hum, estas mãos estão bem limpinhas- disse a mulher-, mas estão endurecidas pelo trabalho. Estas mãos ajudam os pais lavando a louça, varrendo o chão, limpando as janelas e semeando a horta. Estas mãos tomam conta do bebê, levam chá quente para a vovó e ensinam ao irmãozinho menor como empilhar os toquinhos e empinar pipa. Sim, estas mãos andam muito ocupadas fazendo da casa um lar feliz, cheio de amor e carinho.
Então a velha remexeu no bolso e retirou um anel de diamantes, com rubis mais vermelhos que o morango e turquesas mais azuis que as violetas.
-Tome, use este anel, querida. Você merece o prêmio pelas mais belas mãos, pois são as mais úteis.
E a mulher desapareceu, deixando as mocinhas sentadas á beira do riacho.
Meu conto preferido... Livro das virtudes.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Por onde andei
"Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama"
E sempre que eu escuto essa música me transporto sem querer a um tempo que mal me lembro.
Talvez minha infância, e me traz uma nostalgia, de momentos que eu guardo pra mim.
Talvez eu nunca diga e às vezes queira dizer, sinto falta de você e ele juntos, sinto falta dos cafés da manhã e da mesa cheia de gente.
Um pai e uma mãe na imensidão da distancia, unidos por uma filha, talvez seja a única união ainda, mas é a imensidão essa pequena união que ainda me traz uma pequena esperança.
É tão notável, normalmente não vejo mais pessoas juntas de mãos dadas, demonstrando ao máximo seu amor uma pela outra, vejo a indiferença no olhar de várias pessoas, e beijos são só quantidade e mais quantidade.
E nossos filhos crescerão em um mundo ainda pior!
E não é isso que eu sonho pra mim mesma, não é isso que sonho e procuro pro amanhã.
Quero permanência de sentimentos e renovação em tudo àquilo que acredito, a cada dia, queria um pouco de maturidade para percebemos que às vezes a liberdade, demais, nos transforma em crianças de colo, sem a mentalidade de escolha...
Ou com tanta escolha que nos transformamos em abusadores de sentimentos, em descartadores de pessoas, em seres incapazes e infelizes!
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama"
E sempre que eu escuto essa música me transporto sem querer a um tempo que mal me lembro.
Talvez minha infância, e me traz uma nostalgia, de momentos que eu guardo pra mim.
Talvez eu nunca diga e às vezes queira dizer, sinto falta de você e ele juntos, sinto falta dos cafés da manhã e da mesa cheia de gente.
Um pai e uma mãe na imensidão da distancia, unidos por uma filha, talvez seja a única união ainda, mas é a imensidão essa pequena união que ainda me traz uma pequena esperança.
É tão notável, normalmente não vejo mais pessoas juntas de mãos dadas, demonstrando ao máximo seu amor uma pela outra, vejo a indiferença no olhar de várias pessoas, e beijos são só quantidade e mais quantidade.
E nossos filhos crescerão em um mundo ainda pior!
E não é isso que eu sonho pra mim mesma, não é isso que sonho e procuro pro amanhã.
Quero permanência de sentimentos e renovação em tudo àquilo que acredito, a cada dia, queria um pouco de maturidade para percebemos que às vezes a liberdade, demais, nos transforma em crianças de colo, sem a mentalidade de escolha...
Ou com tanta escolha que nos transformamos em abusadores de sentimentos, em descartadores de pessoas, em seres incapazes e infelizes!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Pra me desvendar
E eu, eu ando muito sem ter o que falar e isso anda de certa forma me assustando...
Eu que sempre falo demais, que sempre tenho milhões de argumentos na ponta da língua, e ajo muitas vezes por impulso (pelo menos na fala). Eu ando me prendendo e não sabendo ao certo como me revelar.
Talvez algumas coisas eu queira guardar pra mim mesma, como uma caixinha de surpresas que às vezes é melhor deixar irrevelável, talvez eu ainda sinta medo de ser quem deveria ser.
Bom, eu acho que penso demais... Me freio em certas coisas, me controlo em outras. Por falar em controle estou surpresa comigo, de uma forma que nunca vi!
Eu que sempre fui ciumenta, descontrolada, acho que com o tempo, e os aninhos (haha) comecei a ficar mais calma, mais paciente.
Que bom! Em algum momento isso já era de se esperar, e até que venho um pouquinho tarde.
Ah eu me acostumei assim: falando tudo de mim para todos, sendo transparente... Mas ultimamente ando mais reservada, contando minhas idéias e pensamentos a quem realmente importa.
Meus segredos, só abro pra você mais ninguém, é quase isso... É um modo meu de avaliar todas as emoções e conseguir falar delas do peito pra fora, de alma livre, mas só para quem merece escutar.
Outra coisa que ando me restringindo, é que várias coisinhas às vezes tiram meu sono, e isso costumava ser difícil. Bom alguns sonhos não tão bons às vezes surgem, e eu que sempre imagino que os sonhos me dominam, não gosto tanto de pesadelos.
Mas acho que é isso, às vezes é um medo. Um medo dessa perfeição que me cerca, tão diferente e tão apaixonante, que me da medo.
Eu nunca fui muito medrosa, um pouco descrente, mas medrosa de fato, raras vezes.
Bom to aprendendo a superar meus medos, porque se esse for o único motivo pra eu não me jogar de cabeça, ah esse motivo não existirá mais... Não mesmo!
Eu que sempre falo demais, que sempre tenho milhões de argumentos na ponta da língua, e ajo muitas vezes por impulso (pelo menos na fala). Eu ando me prendendo e não sabendo ao certo como me revelar.
Talvez algumas coisas eu queira guardar pra mim mesma, como uma caixinha de surpresas que às vezes é melhor deixar irrevelável, talvez eu ainda sinta medo de ser quem deveria ser.
Bom, eu acho que penso demais... Me freio em certas coisas, me controlo em outras. Por falar em controle estou surpresa comigo, de uma forma que nunca vi!
Eu que sempre fui ciumenta, descontrolada, acho que com o tempo, e os aninhos (haha) comecei a ficar mais calma, mais paciente.
Que bom! Em algum momento isso já era de se esperar, e até que venho um pouquinho tarde.
Ah eu me acostumei assim: falando tudo de mim para todos, sendo transparente... Mas ultimamente ando mais reservada, contando minhas idéias e pensamentos a quem realmente importa.
Meus segredos, só abro pra você mais ninguém, é quase isso... É um modo meu de avaliar todas as emoções e conseguir falar delas do peito pra fora, de alma livre, mas só para quem merece escutar.
Outra coisa que ando me restringindo, é que várias coisinhas às vezes tiram meu sono, e isso costumava ser difícil. Bom alguns sonhos não tão bons às vezes surgem, e eu que sempre imagino que os sonhos me dominam, não gosto tanto de pesadelos.
Mas acho que é isso, às vezes é um medo. Um medo dessa perfeição que me cerca, tão diferente e tão apaixonante, que me da medo.
Eu nunca fui muito medrosa, um pouco descrente, mas medrosa de fato, raras vezes.
Bom to aprendendo a superar meus medos, porque se esse for o único motivo pra eu não me jogar de cabeça, ah esse motivo não existirá mais... Não mesmo!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
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