Quero mais de ousadia e um pouco de pecado. Sair da linha tênua entre o certo e o errado.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Quase uma dica, um poema
E eu te trago meu sorriso, te trago um abraço, que não custa muito, só o carinho. As rosas do jardim que colhi deixaram-se no chão, pois logo, logo seriam só rosas, murchas e sem tanta emoção. Prefiro sentir a batida do peito, o ritmo da alma, te trazer um pouco de emoção em um dia vazio, quem sabe ser o teu dia calmo. Por isso te dou o meu simples, o que não preciso me esforçar tanto, pois com o tempo descobrirá o meu complicado. E se esforçará para amá-lo e entendê-lo, se fores necessário.
Mudaram as estações
E me parece, me parece que eu to mudando, que meus dedos das mãos aumentaram, que meu rosto afinou e que já não sou mais a mesma. Me parece que sinto vontades, que antes não tinha, que tenho sonhos desde menina, que a cada dia chegam mais perto. Só preciso criar meios para torná-los reais. E chega o dia das mães e eu lembro de que com essa minha idade, minha mãe já era, minha mãe. Que talvez eu esteja ficando velha, talvez precise amadurecer criar raízes em coisas mais sérias. Precise olhar pro passado e deixar de lado as velhas brincadeiras. As pessoas mudam, mas mudam gostos, atitudes e rotinas. Mas jamais mudam sua essência. E parece que eu sou assim, um pingo de tudo que eu acreditava ser antes. Eu tenho desejos, eu tenho carinhos. Eu me imaginaria agora daqui uns 5 anos, imaginaria perfeitamente , o que eu poderia amar estar fazendo. Mas eu não sei de nada ainda, porque eu ainda estou só crescendo, e crescendo rápido. Deixando estagnado um outro eu, que eu vou guardar pra sempre. Parece que tudo tá assim, tão diferente.
“Mudaram as estações
nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente”
Cássia Eller
Por Enquanto
“Mudaram as estações
nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente”
Cássia Eller
Por Enquanto
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Entre sonhos, destinos, futuros
Perdida, hoje eu acordei mais tarde do que o normal. Bom matei minha primeira aula de costura, na intenção de não entregar uma pasta de trabalho... que eu não consegui terminar, assumo!
Tô assim, a ver navios, a navegar em um porto vazio, parece que meu corpo foi lançado no mar, e eu tô aqui parada flutuando, flutuando. Entre escolhas e caminhos, eu percebo que sou confusa demais, eu não vejo o medo que eu sinto de me perder. Mas eu sinto, sinto falta de coisas que fui deixando pra trás, e será que é normal isso na minha idade? Não saber o que eu quero, não entender o que eu busco. Bom, depois de um tempo quando eu tiver mais velha, provavelmente eu olhe e pense: cheguei até aqui graças a minhas escolhas; Mas sem dúvida, vai me restar um pouquinho de incerteza, e se eu tivesse feito tudo diferente?! É isso, eu não sei mais pra onde quero caminhar, não sei, não sei, não caminho. Jovens são tão confusos, bom alguns mais ou menos que outros, mas em grande parte jovens são perdidos em comportamentos, em pensamentos, em querer experimentar um pouquinho do máximo que a vida pode nos oferecer. Minha cabeça é muito jovem ainda, é assim... É lenta pra decisões, mas rápida demais pra pensamentos, pra sonhos, pra "viajar". E eu viajo, eu não saio do lugar, mas já fui pra diversos outros planetas em que minha cabeçinha pequena consegue me transportar em uma imensidão tão grande de criatividade.
Estou começando a achar que poderia sim escrever um conto daqueles bem malucos, talvez em algum momento eu estivesse com ETs ao lado, em outro momento eu estivesse em uma cidadezinha desconhecida e com as luzes da noite um pouco apagadas, e ruas vazias. Por tantos pensamentos, tantas idéias loucas, tantas " ESCOLHAS" eu não me prendo em dizer: Onde tudo isso irá parar? O que é o melhor pra mim? Tô esperando pra uma velhinha com a aparência semelhante a minha só que com um rosto mais marcado pelo tempo... Me abrace e diga, olhando em seu espelho, valeu a pena cada decisão. Obrigado!
Tô assim, a ver navios, a navegar em um porto vazio, parece que meu corpo foi lançado no mar, e eu tô aqui parada flutuando, flutuando. Entre escolhas e caminhos, eu percebo que sou confusa demais, eu não vejo o medo que eu sinto de me perder. Mas eu sinto, sinto falta de coisas que fui deixando pra trás, e será que é normal isso na minha idade? Não saber o que eu quero, não entender o que eu busco. Bom, depois de um tempo quando eu tiver mais velha, provavelmente eu olhe e pense: cheguei até aqui graças a minhas escolhas; Mas sem dúvida, vai me restar um pouquinho de incerteza, e se eu tivesse feito tudo diferente?! É isso, eu não sei mais pra onde quero caminhar, não sei, não sei, não caminho. Jovens são tão confusos, bom alguns mais ou menos que outros, mas em grande parte jovens são perdidos em comportamentos, em pensamentos, em querer experimentar um pouquinho do máximo que a vida pode nos oferecer. Minha cabeça é muito jovem ainda, é assim... É lenta pra decisões, mas rápida demais pra pensamentos, pra sonhos, pra "viajar". E eu viajo, eu não saio do lugar, mas já fui pra diversos outros planetas em que minha cabeçinha pequena consegue me transportar em uma imensidão tão grande de criatividade.
Estou começando a achar que poderia sim escrever um conto daqueles bem malucos, talvez em algum momento eu estivesse com ETs ao lado, em outro momento eu estivesse em uma cidadezinha desconhecida e com as luzes da noite um pouco apagadas, e ruas vazias. Por tantos pensamentos, tantas idéias loucas, tantas " ESCOLHAS" eu não me prendo em dizer: Onde tudo isso irá parar? O que é o melhor pra mim? Tô esperando pra uma velhinha com a aparência semelhante a minha só que com um rosto mais marcado pelo tempo... Me abrace e diga, olhando em seu espelho, valeu a pena cada decisão. Obrigado!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Pesquisadora de pedras preciosas em marte
““É eu ando no mundo da lua, como o personagem da série”...” Meu nome é Lucas silva e silva e eu estou no mundo da luaaaaa”, hoje foi complicado não vou negar. Eu sempre prometo algo pra mim, que depois de uns 30 minutos eu mal lembro o que eu prometi. E pra completar 5 pessoas me chamaram de bipolar, tá alegre tá triste, tá alegre tá triste. Tá eu to! E parece as vezes que eu não sei onde eu to, caminhos tortos, bem tortos, qual é o meu problema? Esse é o problema, por um lado vejo a tranqüilidade, por outro a incerteza. E parece que eu ando na corda bamba, tão confusa, tão inconstante... e é isso sabe. Eu queria saber porque as pessoas não são todas iguais, isso seria mais fácil as vezes. Pensar em ser diferente, em tá com alguém diferente, confunde minha mente demais. Aí eu paro e reparo a calmaria, a tranqüilidade, a sensação de calma, o beijo suave, tudo, tudo, tudo. Me envolve me acalma. É mas depois vem a tempestade, querendo me arrancar do chão, querendo me levar pra algum lugar qualquer onde eu nem sei se quero estar, mas as vezes eu estou! Eu quero certezas, e não essa confusão... Queria que com o tempo eu me visse menos interrogativa, menos perdida, menos eu. É parece que eu sou um livrinho daqueles de terror, aquelas histórias infantis fantasiosas, as mais belas flores, as mais murchas rosas. E agora eu lembro de que tenho um trabalho, de que ando escrevendo demais pra desabafa, e falando de menos. Guardando pra mim, um pouquinho que seja, de tudo que to vivendo. Quem melhor que eu pra entender minha mente? Eu quero saber.... é bom esse misto que me prende?
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Bom mesmo é não ter planos

A mais uma vez eu penso, e penso, e repenso.
Bom mesmo é não ter planos, e seguir uma linha paralela do que minha mente quer, com onde meus pés me levam. Eu sigo por aí, e acho isso tão fresco, parece que o vento e a sensibilidade de se sentir, sozinha, é tão, tão agradável nesse instante. Posso querer por alguns segundos estar acompanhada, mas eu caminho sempre melhor sozinha. Quem sabe um cooper, é bom seguir o meu ritmo, que talvez ninguém consiga acompanhar. E quando tudo para, eu sinto a calma e então o sono se aproxima de mim de uma intensidade de tal forma, que não consigo me controlar. Bom mesmo é não ter hora pra chegar, é ligar a tv, tomar um café e nada mais a fazer. Talvez eu não queira tanto essa mordomia, mas enquanto ela vem, eu aproveito. Hoje parece que nada me completa da forma que eu queria, só queria a sensação de conhecer um país novo, uma cultura diferente, diferenciar de toda essa gente. Que mal sabe o que quer da vida, que não entende de cultura, não entende de necessidade, que só se preocupa com a futilidade... E é isso, meu mundo agora.Ah mas quem me dera uma mochila, 1 passagem na mão só de ida... Um caderninho pras anotações e escrever um livro, sair por aí sem planos algum, observar o nada e conhecer o tudo. O tudo que a minha televisão não me permite ver, eu quero ser o que talvez eu me reprima, quero uma transformação, soltar a minha liberdade da forma mais liberta mesmo... Em outro lugar, em qualquer lugar, com outras pessoas, sem preocupações... Bom mesmo é viajar.
Bom mesmo é não ter planos, e seguir uma linha paralela do que minha mente quer, com onde meus pés me levam. Eu sigo por aí, e acho isso tão fresco, parece que o vento e a sensibilidade de se sentir, sozinha, é tão, tão agradável nesse instante. Posso querer por alguns segundos estar acompanhada, mas eu caminho sempre melhor sozinha. Quem sabe um cooper, é bom seguir o meu ritmo, que talvez ninguém consiga acompanhar. E quando tudo para, eu sinto a calma e então o sono se aproxima de mim de uma intensidade de tal forma, que não consigo me controlar. Bom mesmo é não ter hora pra chegar, é ligar a tv, tomar um café e nada mais a fazer. Talvez eu não queira tanto essa mordomia, mas enquanto ela vem, eu aproveito. Hoje parece que nada me completa da forma que eu queria, só queria a sensação de conhecer um país novo, uma cultura diferente, diferenciar de toda essa gente. Que mal sabe o que quer da vida, que não entende de cultura, não entende de necessidade, que só se preocupa com a futilidade... E é isso, meu mundo agora.Ah mas quem me dera uma mochila, 1 passagem na mão só de ida... Um caderninho pras anotações e escrever um livro, sair por aí sem planos algum, observar o nada e conhecer o tudo. O tudo que a minha televisão não me permite ver, eu quero ser o que talvez eu me reprima, quero uma transformação, soltar a minha liberdade da forma mais liberta mesmo... Em outro lugar, em qualquer lugar, com outras pessoas, sem preocupações... Bom mesmo é viajar.
sábado, 17 de abril de 2010
Não nos basta ser livres, se não soubemos aproveitar
E por muitos dias eu venho me perguntando, a onde toda essa liberdade vai me levar? Não é mais costume, talvez não seja mais tão suave e calmo, do jeito que eu queria que fosse... Às vezes cansa, e sim eu canso! Pode parecer que eu não saiba me controlar, não tenha mais metas, mais sonhos para realizar, e parece que minha cabeça está sempre no mundo da lua... Pra falar a verdade é mesmo, eu sempre viajo, sonho, idealizo, imagino milhões de possibilidades, caminhos, encontros e 90% de tudo isso, vira só sonho mesmo. Não nos basta termos liberdade sem saber como compartilhar, sem saber como usufruir... Parece que por muito tempo, por eu ter sido, reprimida, por meus pensamentos estarem fixos em uma só idéia constante, agora me parece que eu não me fixo em nada. E parece que eu não paro, mas eu paro sim, eu quero parar.... Eu gosto de alguém que me faça bem, que me puxe pra terra, que me aperte à mão forte, que me aperte forte, e talvez não solte. Eu quero a liberdade, mas na hora certa, a liberdade, mas na medida exata... Eu não sou toda essa liberdade que transpareço, eu não sou toda essa felicidade que demonstro, toda essa exaltação e euforia. Às vezes eu só queria parar, me acalmar, sentar em um sofá ver um filme com uma ótima companhia e aí sim... Sentir essa liberdade de estar VIVA.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Você me faz correr demais os riscos dessa highway
Velocidade, adrenalina, emoção, agitação! Eu ando assim, correndo rápido sem olhar pra trás...
Não quero que ninguém me pare, quero senti o vento no meu rosto e ir aonde meus pés me levarem, quero logo sair dessa cidade e correr os riscos de uma infinita highway...
então vai aí a música:
"Você me faz correr demais
Os riscos desta highway
Você me faz correr atrás
Do horizonte desta highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto,
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar
Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
É sobretudo a lei Dessa infinita highway
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo desta estrada Olhe só!
Veja você Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E, à noite, eu acordava banhado em suor
Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que já sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos, nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos a lei
Da infinita highway
Escute garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: "Será a estrada uma prisão?"
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre
Se tanta gente vive sem ter como viver
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos sem motivos
Mas que motivos temos pra estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entre linhas do horizonte Desta highway(?)
Silenciosa highway
"Eu vejo um horizonte trêmulo Tenho os olhos úmidos"
"Eu posso estar completamente enganado
Posso estar correndo pro lado errado"
Mas "A dúvida é o preço da pureza"
É inútil ter certeza
Eu vejo as placas dizendo "Não corra" "Não morra", "Não fume" "
Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes"
Minha vida é tao confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute garota, façamos um trato:
"Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato"
Eu posso ser um Bealte Um beatnik, ou um bitolado
Mas eu não sou ator
Eu não tô à toa do teu lado
Por isso garota façamos um pacto: "Não usar a highway pra causar impacto"
Cento e dez Cento e vinte Cento e sessenta
Só pra ver até quando
O motor aguenta
Na boca, em vez de um beijo,
Um chiclet de menta
E a sombra de um sorriso que eu deixei
Numa das curvas da highway"
Não quero que ninguém me pare, quero senti o vento no meu rosto e ir aonde meus pés me levarem, quero logo sair dessa cidade e correr os riscos de uma infinita highway...
então vai aí a música:
"Você me faz correr demais
Os riscos desta highway
Você me faz correr atrás
Do horizonte desta highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto,
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar
Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
É sobretudo a lei Dessa infinita highway
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo desta estrada Olhe só!
Veja você Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E, à noite, eu acordava banhado em suor
Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que já sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos, nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos a lei
Da infinita highway
Escute garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: "Será a estrada uma prisão?"
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre
Se tanta gente vive sem ter como viver
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos sem motivos
Mas que motivos temos pra estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entre linhas do horizonte Desta highway(?)
Silenciosa highway
"Eu vejo um horizonte trêmulo Tenho os olhos úmidos"
"Eu posso estar completamente enganado
Posso estar correndo pro lado errado"
Mas "A dúvida é o preço da pureza"
É inútil ter certeza
Eu vejo as placas dizendo "Não corra" "Não morra", "Não fume" "
Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes"
Minha vida é tao confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute garota, façamos um trato:
"Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato"
Eu posso ser um Bealte Um beatnik, ou um bitolado
Mas eu não sou ator
Eu não tô à toa do teu lado
Por isso garota façamos um pacto: "Não usar a highway pra causar impacto"
Cento e dez Cento e vinte Cento e sessenta
Só pra ver até quando
O motor aguenta
Na boca, em vez de um beijo,
Um chiclet de menta
E a sombra de um sorriso que eu deixei
Numa das curvas da highway"
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