Tanto tempo que eu já não venho aqui, que andei um pouco até sem saber o que postar hoje.
Em primeiro lugar, esta realmente uma correria, e quanto mais eu acho que as coisas vão acalmar, em algum determinado momento, adivinhem, elas não acalmam.
A UFRGS esta me sugando as energias, embora ela nem saiba quem sou eu, essa ilustre desconhecida, agora mais desconhecida do que nunca.
Minha vida pessoal? Anda assim um tanto quanto sonolenta, minhas horas de sonos estão cada vez mais reduzidas, e embora eu as aproveite bem, nunca é o suficiente para meu corpinho dorminhoco.
Acho que essa maratona de vestibular realmente deve cansar, eu que quase não tenho mais vida para entrar aqui, tenho tantas coisas pra escrever e já nem me lembro tanto. Lembro-me agora somente das concordâncias verbais e do deslocamento do sujeito, é porque eu estou aqui e o livro de português também, ao meu lado me orientando: Não podes esquecer-se de mim, viu!
Eu não esqueço, prometo. Embora pra não esquecer dessas matérias maçantes de ensino médio, as vezes seja necessário esquecermos de nos mesmos.
Eu esqueci, faz três dias, de ligar pra minha medica, e embora já tenha anotado em todos os post-its que eu encontrei pela frente, amanha não ligarei, tenho quase certeza.
Mas o que mais esqueci de dizer é que conheci a MARTHINHA, a Martha Medeiros, e ela não é nenhum ser de outro mundo, é até bem bronzeada pra quem transita por Porto alegre. Até um tanto mais magra do que eu imaginava. Ela é uma mulher, como qualquer outra, mas que teve a capacidade de me fazer indagá-la por 3 noites seguidas.
Eu ainda estou digerindo na minha memória, a hora em que ela segurou a minha mão, e que eu tive uns leves 3 segundos de conversa.
Bom? Foi sim, natural e estranho, é como se eu imaginasse que ela não pudesse existir na terra, e OH, ela estava ali na minha frente.
Bom, comprei o novo livro dela, é claro, pra conseguir um autografo de uma escritora conhecida. Tem-se que comprar seu mais recente livro.
Li em um 1 dia e meio e não pude me conter, engajei o término do outro livro que já estava lendo da mesma.
O ultimo livro dela? Bom bem bom, bonzinho pra falar a verdade. Eu acho que já escutei demais sobre relacionamentos, então, a maioria desses livros pra mim, são banais.
Mas a forma literária dele? Ótimo. Ela não usou parágrafos, como eu! Me senti tão feliz de alguém ainda ter capacidade de usar a liberdade literária.
Se são pensamentos não necessitam parágrafos.
O seu livro de crônicas, no qual estou lendo agora- Trem Bala, é um tanto quanto melhor do que o fora de mim (o tal livro bonzinho). São crônicas mais antigas da carreira da escritora, e que nos fazem lembrar alguns fatos que ocorreram na virada do século.
Eu realmente prefiro mais crônicas. Prefiro, porque são contos diferentes, pensamentos não repetitivos (às vezes são). Mas não se prendem em um dado assunto, o resto de seus dias.
Esses foram meus livros do momento, e já vou achar um tempinho pra ler Montanha Russa (da mesma Marthinha), porem, no momento: Primo Basílio, Lucíola, e toda a massa de livros de leituras obrigatórias, são parte das minhas prioridades.
Bom é isso, até o momento em que eu puder retomar as minhas atividades normais (pós janeiro) acho um tempinho pra nos, digo, eu e meus pensamentos.
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