Pra escrever coisas banais, simples atos da mente que se perdem em palavras. Confusas e dinâmicas sai sempre assim.
Às vezes chego a conclusão de que falo demais, ou que penso mais ainda, e penso rápido de uma forma tão ágil que mal entendo 30% dos meus pensamentos.
Pra escrever, que as vezes eu sou uma caixinha de surpresas, as vezes sonho alto e faço planos mais altos ainda, e me pergunto será sempre assim?
Bom se eu me compreendesse bem, criaria um manual de uso, da forma mais correta talvez ajudasse algumas pessoas. Mas eu não me entendo, e sou mesmo assim um ser na busca do seu conhecimento.
Hoje eu tava pensando em coisas que passaram rápido a infância é uma delas, minha avó que já morreu e quanto tempo eu ainda terei pra fazer o meu melhor.
Alguns momentos eu guardo coisinhas pequenas pra mim, como uma dúvida, um ciuminho, um denguinho. Coisas que por outras vezes eu já falei demais, ai sempre me lembro que deu errado falar tanto. Pois então acho que aprendi a ficar mais calada em certos momentos.
Não sei se isso me faz bem, muitas vezes acho que guardar pra si é meu escudo, por outras milhões de vezes tem coisas que me dão vontade de gritar.
E gritar é um ato que tem que ser analisado, pois não posso gritar sem motivos, e guardar pra mim talvez me torne assim, um ser indiferente.
Indiferença eu digo que não sinto, em relação a quase ninguém, tá certo algumas pessoas necessitam da nossa indiferença. Mas amigos, companheiros, camaradas haha, esses precisam de nosso total apoio em todas as situações, creio eu.
Vou escrevendo algumas coisas soltas que tendem a vagar pela minha mente. Sou esse casulo, de pensamentos e mais pensamentos, e eu queria compreender o mundo inteiro. Sair por ai e conhecer o desconhecido, eu queria conhecer a mim mesma, mas principalmente conhecer o saber além de tudo. E o saber me faria perceber que saber demais às vezes cansa.
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