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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Chega de blá, blá, blá feministas e vamos acordar pro mundo, ou melhor. Isso é tudo pessoal, tudo de terrível eu jogo fora, e dizem que os conceitos das guerras devem ser conhecidos, eu apoio isso e até os entendo, mas nunca os admiro.
Enquanto os homens formulam um jeito de conquistar seus direitos, eles esquecem que seus direitos vão até onde começam os direitos dos outros. E então surgem essas guerras, essas aberrações, e que embora significativas para a história da sociedade atual. São dispensáveis.
Enquanto existir a fala, enquanto existirem as cordas vocais, tudo poderá ser resolvido na negociação, tudo poderá ser resolvido na passividade.
E não é tema de livro de Pequeno Príncipe. Mas é exatamente como Charlie Chaplin dizia:

Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis.


É essa sociedade que queremos para nossos filhos?
Rubem Fonseca no seu livro: Feliz Ano Novo, trata de várias história onde os personagens tem formas distorcidas de felicidade, felicidade para muitos, no livro, é matar alguém a sangue frio.
E isso para mim não é só crueldade, é o desprezo por si próprio como ser humano, é o desejo de se auto fazer degradar, mas por não conseguir, usar seu semelhante de boneco de teste.
Enquanto continuarmos a testarmos as pessoas, seremos ratos de laboratórios, mas sem nenhum ser superior controlando. Até o momento que dispensaremos todos nossos bens naturais e por fim conseguiremos aquilo que a sociedade mais almeja:
" Um come o outro."

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